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LIÇÕES
SÁB 28 AGO, 11H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
LIÇÕES

PALIMPSESTOS: JÚLIO DINIS E O ESPÍRITO ROMÂNTICO, POR HELENA CARVALHÃO BUESCU

Programação: Nuno Faria

O universo ficcional (não apenas romanesco) de Júlio Dinis, que morreu em 1871, aos 32 anos incompletos, faz agora precisamente 150 anos, surge como um tipo de ficção em que se está a “reescrever” um espírito do tempo (tão em voga à época, como o Zeitgeist de Herder e Hegel, os grandes filósofos românticos alemães). Na sua obra se escreveriam, assim, palimpsesticamente, diferentes tradições, nelas se entrecruzando diferentes tempos históricos e diferentes momentos estéticos. O palimpsesto, embora coloque desafios interpretativos, permite detetar as continuidades históricas de elementos que, normalmente, tendemos a pensar como mutuamente exclusivos. É isto o que se passa com a obra de Júlio Dinis: o que nela palimpsesticamente se escreve é o espírito do tempo de meados do século XIX em Portugal, com as suas continuidades e descontinuidades estético-literárias, culturais, sociais e simbólicas.

DOM 29 AGO, 11H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
LIÇÕES

A FLORESTA DAS INTENSIDADES: ROMANTIZAR O MUNDO COM MARIA GABRIELA LLANSOL, POR ETELVINA SANTOS

Programação: Nuno Faria

Criando uma poética do fulgor, cujo legado parece remontar aos primeiros românticos alemães da Escola de Iéna, Llansol propõe na sua Obra uma mutação das perceções que permita uma dinâmica mais criativa e evolutiva do conceito de humano, através de uma visão integradora e desierarquizada de todos os seres, resultando na correspondência lógica entre uma ética do belo e uma estética da bondade. 

SÁB 4 SET, 11H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
LIÇÕES

SÃO MATEUS E O ANJO, DE CARAVAGGIO, POR MÁRIO CLÁUDIO

Programação: Nuno Faria

A obra desaparecida rasga inúmeros percursos de leitura, tão próximos como o olhar que a visitou, mas tão distantes como a passada que lhe sobreviveu. Mais imaginária do que real, nela persistem São Mateus e o Anjo em seu mudo diálogo sem forma, travado entre corpo e ideia. O monólogo com que a recebemos agora, balbuciado testemunho de uma alucinação, recupera-lhe a ausência para a eternidade possível. 

DOM 5 SET, 11H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
LIÇÕES

JOSEPH BEUYS E A TRADIÇÃO DO PENSAR MÍTICO ALEMÃO, POR JOSÉ MIRANDA JUSTO

Programação: Nuno Faria

Joseph Beuys nunca foi apenas um artista plástico. Foi sempre, ao longo do seu trajeto, um pensador e um poeta, no sentido alemão do Dichter. No âmbito desse seu modo pensante de trabalhar com as formas, com as energias e com a "escultura social", Beuys revela reiteradamente a sua filiação (contudo, inevitavelmente crítica) num pensar mítico fundado sobre elementos fragmentários do pensamento dos românticos de Jena, mas também do pensamento científico-morfológico de Goethe. 

QUI 9 SET, 19H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
LIÇÕES

A PERENIDADE DA EXISTÊNCIA E A INFINITA MELANCOLIA EM KURT COBAIN, POR PAULA GUERRA

Programação: Nuno Faria

Quem foi Kurt Cobain? Foi o último dos românticos porque Kurt matou Cobain. Foi D. Quixote a lutar contra o sistema. Porque viveu intensamente as contradições da contracultura, do punk, da juventude, do rock e do capitalismo. E acabou a lutar consigo próprio através da desistência, do isolamento. A verdade é que não aspirava à condição de vedeta, com groupies, casas com piscina, Mercedes ou Rolexs. Aspirava à perenidade do ser. Mas depois de ter partilhado a sua música – e ter mudado o mundo – seguiu desolado. Cobain personifica o drama do existir juvenil na transição para o novo milénio. 

SÁB 11 SET, 11H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
LIÇÕES

NOVALIS: O QUE ESTÁ PARA LÁ DAS COISAS, POR JOÃO BARRENTO

Programação: Nuno Faria

O título desta lição vem de um dos fragmentos de Novalis (1772-1801), e é uma síntese perfeita de toda uma vida, de um pensamento e de uma Obra poética, que abordaremos nos seus vários contextos, artísticos e históricos. A figura de Novalis, singular e marginal num tempo de crise e transição, pede, por outro lado, uma atualização que, no contexto português, passa pela sua relação intrínseca com aquele artista nosso contemporâneo que mais clara e confessadamente se identifica com a herança de Novalis e o espírito da sua Obra: o escultor Rui Chafes, a quem será dado lugar de destaque.

DOM 12 SET, 11H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
LIÇÕES

OS DOIS EMPÉDOCLES: O HISTÓRICO E O INTEMPESTIVO, POR SOUSA DIAS

Programação: Nuno Faria

Não há um Empédocles, mas dois ou, antes, duas imagens, dois retratos espirituais muito diferentes do filósofo. Há o Empédocles da tradição doxográfica, da história da filosofia, e um dos nomes inaugurais dessa história, autor de um original poema filosófico Sobre a Natureza do qual só restam uns quantos fragmentos. E há depois, configurado entre factos e lendas, um outro Empédocles, vivo, intempestivo, "eterno": o de Hölderlin, de Nietzsche e do cinema de Straub/Huillet, os quais nos mostram, cada um a seu modo, em que é que nós somos, ainda, empedocleanos. 

Duetos
SEX 27 AGO, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

PEDRO EIRAS — ELISABETE MARQUES

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

SEG 30 AGO, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

GISELA CASIMIRO — NUNO MOURA

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

QUA 1 SET, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

DANIEL JONAS — PAULO JOSÉ MIRANDA

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

QUI 2 SET, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

ANA PAULA INÁCIO — FRANCISCA CAMELO

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

SEX 3 SET, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

RITA TABORDA DUARTE — JORGE DE SOUSA BRAGA

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

SEG 6 SET, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

TATIANA FAIA — ANA LUÍSA AMARAL

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

TER 7 SET, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

MIGUEL MANSO — HÉLIA CORREIA

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

QUA 8 SET, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

SARA F. COSTA — BEATRIZ HIERRO LOPES

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

SEX 10 SET, 19H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DUETOS

CATARINA NUNES DE ALMEIDA — ROSA OLIVEIRA

Programação: Marta Bernardes

Desenganem-se os que pensam que os poetas são um bando à parte do Mundo: a poesia é do mundo e para o mundo, e mesmo no seu labor mais intersticial de reinventar uma língua, um linguajar e uma qualquer música, a poesia é um dedo tocando o real, mergulhado na vida, seja já numa versão bondosa, mágica, delirante, rigorosa, rendida ou terrível dela. Ainda assim, a palavra poética é sempre essa palavra livre, absoluta, que não se deixa sequestrar totalmente por utilitarismos ou propagandas. É urgente ouvir o que os poetas nos têm a dizer sobre o mundo, porque como nos ensinou Jonas Mekas as civilizações começam a colapsar quando os políticos deixam de ouvir o que poetas têm a dizer. 

CONVERSAS
SÁB 28 SET, 16H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
JÚLIO DINIS, PASSEIOS EM TERRAS ROMÂNTICAS

ROMANTISMO, NATUREZA E SUSTENTABILIDADE

Isabel Pires de Lima
Simão Valente

Coordenação: Helena Carvalhão Buescu

O Romantismo representa um momento único no despertar da consciência ecológica que hoje nos desafia. A tomada de consciência de que o espaço natural começa a ser alvo de crescentes violência e agressão humanas torna o século XIX um lugar literário e artístico inaugurador da nossa época. A interrogação sobre como a espécie natural e a espécie humana que dela faz parte integrante têm de se integrar para poderem ser sustentáveis manifesta o século XIX como um momento especialmente sensível para as nossas reflexões atuais.

DOM 29 AGO, 16H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
JÚLIO DINIS, PASSEIOS EM TERRAS ROMÂNTICAS

ROMANTISMOS E TRADUÇÃO

Ana Luísa Amaral
João Barrento

Coordenação: Helena Carvalhão Buescu

Falar de Romantismo tem sempre de ser falar de Romantismos, no plural - uma forma de compreender que ele se faz de relações e re-conhecimentos, leituras e traduções, de várias literaturas e respectivas línguas. Nesta sessão, dois especialistas em poesia e tradução de poesia falarão de alguns dos seus autores românticos de eleição, com vista a debater a forma como a tradução se tornou um processo fundamental, não apenas no conhecimento de outras literaturas, mas ainda da própria formação do ethos romântico.

SEG 30 AGO, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

O VÍCIO DOS LIVROS, DE AFONSO CRUZ

Edição: Campo das Letras, 2021

Afonso Cruz conversa com Tito Couto


Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes.

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra à intempérie ou à fortuna de mil trajetórias possíveis. Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou. 

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público. 

TER 31 AGO, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

PURGATÓRIO, DE PEDRO EIRAS

Edição: Assírio & Alvim, Porto Editora, 2021

Pedro Eiras conversa com Joana Matos Frias



Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes. 

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra à intempérie ou à fortuna de mil trajetórias possíveis. Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou. 

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público. 

QUA 01 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

A CHARCA, DE MANUEL BÍVAR

Edição: Língua Morta, 2021 

Manuel Bivar conversa com António Guerreiro e Diogo Vaz Pinto

Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes. 

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra à intempérie ou à fortuna de mil trajetórias possíveis. Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou. 

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público. 

QUA 1 SET, 17H (DURAÇÃO 45 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
TEM A SUA FORÇA O RAIO DA PALAVRA

ÁLVARO LABORINHO LÚCIO

Moderação: Júlio Magalhães

Programação: João Gesta

Um verso de Rui Caeiro inspira este encontro com escritores, cronistas, comunicadores fulgentes.

Têm certamente muitas histórias para nos contarem, gizadas ao longo das suas ricas e intensas carreiras literárias. Histórias de viagens, encontros e desencontros, encantamentos e deceções, sublimes esforços, gritos claros.

QUI 2 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

O DESIGN QUE O DESIGN NÃO VÊ, DE MÁRIO MOURA

Edição: Orfeu Negro, 2ª ed. 2021

Mário Moura conversa com Nuno Coelho


Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de

um conjunto muito diverso de edições recentes.

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra, intempérie ou a fortuna de mil trajetórias possíveis.

Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou.

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público.

QUI 2 SET, 17H (DURAÇÃO 45 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
TEM A SUA FORÇA O RAIO DA PALAVRA

DULCE MARIA CARDOSO

Moderação: Júlio Magalhães

Programação: João Gesta

Um verso de Rui Caeiro inspira este encontro com escritores, cronistas, comunicadores fulgentes.

Têm certamente muitas histórias para nos contarem, gizadas ao longo das suas ricas e intensas carreiras literárias. Histórias de viagens, encontros e desencontros, encantamentos e deceções, sublimes esforços, gritos claros.

SEX 3 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

O MITO NAZI, DE PHILIPPE LACOUE-LABARTHE E JEAN-LUC NANCY / GRANDEZA DE MARX, DE SOUSA DIAS

Edição: Edições Documenta, 2021

Uma conversa com Tomás Maia, Sousa Dias e Sara Belo

Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes. 

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra à intempérie ou à fortuna de mil trajetórias possíveis. Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou. 

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público. 

SÁB 4 SET, 14H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

GUIA PARA A MANUTENÇÃO DO PARQUE DA CIDADE, DE SIDÓNIO PARDAL

Edição: Câmara Municipal do Porto, 2021

Sidónio Pardal conversa com Filipe Araújo

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes.

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra, intempérie ou a fortuna de mil trajetórias possíveis.

Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou.

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público.

SÁB 4 SET, 16H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ROMANTISMO PARA ALÉM DO ROMANTISMO

ENTRE ARDER E DURAR NO TEATRO

Jorge Andrade

Coordenação: Gonçalo M. Tavares

“Quem quer algo infinito não sabe o que quer”, escreveu Friedrich Schlegel. No entanto, logo a seguir, acrescentou: “Mas este enunciado não pode inverter-se.” É isso mesmo: quem não quer o infinito também não sabe o que quer. E destes – os que não querem o infinito - podemos dizer, certamente: querem pouco.

O que são os românticos do século XXI? Talvez isto: são os que querem muito, são os que talvez queiram demais, mas nunca de menos. Não irão falhar por sovinice, pela cautela que se resguarda dos grandes instantes. Pelo contrário. Falhar por excesso, eis a falha que talvez nunca envergonhe ninguém. Falhar por via da generosidade, eis o grande romântico, antigo e contemporâneo.

Romantismo para além do romantismo. Sem pensarmos em épocas nem em grandes definições definitivas. Como hoje podemos falar do romantismo nas diferentes áreas criativas e na ciência? O que é hoje ser romântico? Ir até aos limites? Ser utópico? Não dar atenção à utilidade? Colocar-se numa posição exterior ao capitalismo? Estudar as nuvens?

Entre arder e durar, dizia Barthes, eis uma das questões essenciais. Aí estamos, nessa hesitação, quase sempre. Arder: a grande intensidade que muitas vezes é insuportável durante muito tempo; e a duração que prolonga algo – um projecto, uma ideia, um amor - a baixas intensidades. Baixa intensidade, sim, mas uma força que não termina, a duração. Partindo deste ponto de vista, Platão talvez seja o primeiro dos românticos, assumindo-se então o destino como aquilo que não tem alternativa e por isso atinge a intensidade máxima em oposição ao mundo das infinitas alternativas, mas de pequena turbulência.

Neste ciclo de quatro dias, coordenado por Gonçalo M. Tavares, o centro será o tema: Romantismo para além do romantismo - Entre Arder e Durar.

O que é o romantismo contemporâneo na Dança, na Arte, no Teatro e na Ciência? O que está a durar? O que está a arder?

Este ciclo caminhará no espaço que existe entre a linguagem e a imagem. Os convidados mostrarão imagens de dança, teatro, arte e ciência enquanto a conversa se desenrola. As imagens que nos fazem pensar. As imagens que ardem e as imagens que duram. Este ciclo rodeia, assim, o duplo espaço da conversa e da conferência procurando um tempo em que a imagem pensa com o auxílio das palavras e em que as palavras mostram com o auxílio das imagens. Imagens com alta intensidade e imagens que duram. Linguagem que arde e nos seduz, e linguagem discreta mas que resiste.


DOM 5 SET, 16H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ROMANTISMO PARA ALÉM DO ROMANTISMO

ENTRE ARDER E DURAR NA DANÇA

Victor Hugo Pontes

Coordenação: Gonçalo M. Tavares

“Quem quer algo infinito não sabe o que quer”, escreveu Friedrich Schlegel. No entanto, logo a seguir, acrescentou: “Mas este enunciado não pode inverter-se.” É isso mesmo: quem não quer o infinito também não sabe o que quer. E destes – os que não querem o infinito - podemos dizer, certamente: querem pouco.

O que são os românticos do século XXI? Talvez isto: são os que querem muito, são os que talvez queiram demais, mas nunca de menos. Não irão falhar por sovinice, pela cautela que se resguarda dos grandes instantes. Pelo contrário. Falhar por excesso, eis a falha que talvez nunca envergonhe ninguém. Falhar por via da generosidade, eis o grande romântico, antigo e contemporâneo.

Romantismo para além do romantismo. Sem pensarmos em épocas nem em grandes definições definitivas. Como hoje podemos falar do romantismo nas diferentes áreas criativas e na ciência? O que é hoje ser romântico? Ir até aos limites? Ser utópico? Não dar atenção à utilidade? Colocar-se numa posição exterior ao capitalismo? Estudar as nuvens?

Entre arder e durar, dizia Barthes, eis uma das questões essenciais. Aí estamos, nessa hesitação, quase sempre. Arder: a grande intensidade que muitas vezes é insuportável durante muito tempo; e a duração que prolonga algo – um projecto, uma ideia, um amor - a baixas intensidades. Baixa intensidade, sim, mas uma força que não termina, a duração. Partindo deste ponto de vista, Platão talvez seja o primeiro dos românticos, assumindo-se então o destino como aquilo que não tem alternativa e por isso atinge a intensidade máxima em oposição ao mundo das infinitas alternativas, mas de pequena turbulência.

Neste ciclo de quatro dias, coordenado por Gonçalo M. Tavares, o centro será o tema: Romantismo para além do romantismo - Entre Arder e Durar.

O que é o romantismo contemporâneo na Dança, na Arte, no Teatro e na Ciência? O que está a durar? O que está a arder?

Este ciclo caminhará no espaço que existe entre a linguagem e a imagem. Os convidados mostrarão imagens de dança, teatro, arte e ciência enquanto a conversa se desenrola. As imagens que nos fazem pensar. As imagens que ardem e as imagens que duram. Este ciclo rodeia, assim, o duplo espaço da conversa e da conferência procurando um tempo em que a imagem pensa com o auxílio das palavras e em que as palavras mostram com o auxílio das imagens. Imagens com alta intensidade e imagens que duram. Linguagem que arde e nos seduz, e linguagem discreta mas que resiste.


SEG 6 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

ESTOJO, DE MIGUEL MANSO

Edição: Relógio D’Água, 2021 

Miguel Manso conversa com Jerónimo Pizarro 

Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes 

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes. 

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra à intempérie ou à fortuna de mil trajetórias possíveis. Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou. 

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público. 

TER 7 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

PAISAGENS TRANSGÉNICAS, DE ÁLVARO DOMINGUES

Edição: Museu da Paisagem, 2021 

Álvaro Domingues conversa com Manuel Sobrinho Simões 

Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes. 

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra à intempérie ou à fortuna de mil trajetórias possíveis. Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou. 

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público.

QUA 8 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

CONTRA MIM, DE VALTER HUGO MÃE

Edição: Porto Editora, 2020 

Valter Hugo Mãe conversa com Rui Couceiro

Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes. 

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra à intempérie ou à fortuna de mil trajetórias possíveis. Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou. 

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público. 

QUA 8 SET, 17H (DURAÇÃO 45 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
TEM A SUA FORÇA O RAIO DA PALAVRA

GERMANO SILVA

Moderação: Júlio Magalhães 

Programação: João Gesta 

Um verso de Rui Caeiro inspira este encontro com escritores, cronistas, comunicadores fulgentes.

Têm certamente muitas histórias para nos contarem, gizadas ao longo das suas ricas e intensas carreiras literárias. Histórias de viagens, encontros e desencontros, encantamentos e deceções, sublimes esforços, gritos claros.

QUI 9 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

LÍBANO, LABIRINTO, DE ALEXANDRA LUCAS COELHO

Edição: Editorial Caminho, 2021.

Alexandra Lucas Coelho conversa com Ana Gomes

Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

O programa Bumerangue convoca conversas em torno de um conjunto muito diverso de edições recentes. 

Colocar um livro no mundo implica sempre qualquer coisa de gesto de arremesso, amplo ou tímido, que na sua cegueira voluntariosa ou na sua intencionalidade certeira, deixa sempre a obra à intempérie ou à fortuna de mil trajetórias possíveis. Mesmo encontrando o seu alvo, o leitor, os livros regressam infinitamente e de mil formas a quem o escreveu, editou, arremessou. 

Da mesma forma, este programa convida a um vai e vem semelhante entre livros, autores, editores, especialistas e leitores. Entre a poesia e o ensaio, o livro e o jornal, cabe aqui uma constelação de temas e de vozes que queremos discutir em público. 

QUI 9 SET, 17H (DURAÇÃO 45 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
TEM A SUA FORÇA O RAIO DA PALAVRA

JOÃO HABITUALMENTE

Moderação: Júlio Magalhães

Programação: João Gesta

Um verso de Rui Caeiro inspira este encontro com escritores, cronistas, comunicadores fulgentes.

Têm certamente muitas histórias para nos contarem, gizadas ao longo das suas ricas e intensas carreiras literárias. Histórias de viagens, encontros e desencontros, encantamentos e deceções, sublimes esforços, gritos claros.

SEX 10 SET, 16H
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
BUMERANGUE

DEVES MUDAR A TUA VIDA: UM PASSEIO PELO LADO SELVAGEM DO DESIGN, PORTO DESIGN BIENNALE

Edição: Porto Design Biennale, 2021.

Uma conversa com Alastair Fuad-Luke, Eva Gonçalves e Virginia Tassinari, moderação de Andreia Faria

Programação: Nuno Faria e Marta Bernardes

Os cadernos Alter—, publicados no âmbito da Porto Design Biennale ’21, oferecem reflexões diversificadas sobre o momento presente e novas formas de estar e de criar em conjunto em tempos de crise e de contágio.

 Nesta conversa fala-se sobre o design enquanto disciplina da imaginação e ferramenta de inclusividade, capaz de questionar velhas hierarquias e desenhar formas alternativas de organização social e económica.

 

SÁB 11 SET, 16H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ROMANTISMO PARA ALÉM DO ROMANTISMO

ENTRE ARDER E DURAR NA ARTE

António Olaio

Coordenação: Gonçalo M. Tavares

“Quem quer algo infinito não sabe o que quer”, escreveu Friedrich Schlegel. No entanto, logo a seguir, acrescentou: “Mas este enunciado não pode inverter-se.” É isso mesmo: quem não quer o infinito também não sabe o que quer. E destes – os que não querem o infinito - podemos dizer, certamente: querem pouco.

O que são os românticos do século XXI? Talvez isto: são os que querem muito, são os que talvez queiram demais, mas nunca de menos. Não irão falhar por sovinice, pela cautela que se resguarda dos grandes instantes. Pelo contrário. Falhar por excesso, eis a falha que talvez nunca envergonhe ninguém. Falhar por via da generosidade, eis o grande romântico, antigo e contemporâneo.

Romantismo para além do romantismo. Sem pensarmos em épocas nem em grandes definições definitivas. Como hoje podemos falar do romantismo nas diferentes áreas criativas e na ciência? O que é hoje ser romântico? Ir até aos limites? Ser utópico? Não dar atenção à utilidade? Colocar-se numa posição exterior ao capitalismo? Estudar as nuvens?

Entre arder e durar, dizia Barthes, eis uma das questões essenciais. Aí estamos, nessa hesitação, quase sempre. Arder: a grande intensidade que muitas vezes é insuportável durante muito tempo; e a duração que prolonga algo – um projecto, uma ideia, um amor - a baixas intensidades. Baixa intensidade, sim, mas uma força que não termina, a duração. Partindo deste ponto de vista, Platão talvez seja o primeiro dos românticos, assumindo-se então o destino como aquilo que não tem alternativa e por isso atinge a intensidade máxima em oposição ao mundo das infinitas alternativas, mas de pequena turbulência.

Neste ciclo de quatro dias, coordenado por Gonçalo M. Tavares, o centro será o tema: Romantismo para além do romantismo - Entre Arder e Durar.

O que é o romantismo contemporâneo na Dança, na Arte, no Teatro e na Ciência? O que está a durar? O que está a arder?

Este ciclo caminhará no espaço que existe entre a linguagem e a imagem. Os convidados mostrarão imagens de dança, teatro, arte e ciência enquanto a conversa se desenrola. As imagens que nos fazem pensar. As imagens que ardem e as imagens que duram. Este ciclo rodeia, assim, o duplo espaço da conversa e da conferência procurando um tempo em que a imagem pensa com o auxílio das palavras e em que as palavras mostram com o auxílio das imagens. Imagens com alta intensidade e imagens que duram. Linguagem que arde e nos seduz, e linguagem discreta mas que resiste.

DOM 12 SET, 16H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ROMANTISMO PARA ALÉM DO ROMANTISMO

ENTRE ARDER E DURAR NA CIÊNCIA

André Moitinho

Coordenação: Gonçalo M. Tavares

“Quem quer algo infinito não sabe o que quer”, escreveu Friedrich Schlegel. No entanto, logo a seguir, acrescentou: “Mas este enunciado não pode inverter-se.” É isso mesmo: quem não quer o infinito também não sabe o que quer. E destes – os que não querem o infinito - podemos dizer, certamente: querem pouco.

O que são os românticos do século XXI? Talvez isto: são os que querem muito, são os que talvez queiram demais, mas nunca de menos. Não irão falhar por sovinice, pela cautela que se resguarda dos grandes instantes. Pelo contrário. Falhar por excesso, eis a falha que talvez nunca envergonhe ninguém. Falhar por via da generosidade, eis o grande romântico, antigo e contemporâneo.

Romantismo para além do romantismo. Sem pensarmos em épocas nem em grandes definições definitivas. Como hoje podemos falar do romantismo nas diferentes áreas criativas e na ciência? O que é hoje ser romântico? Ir até aos limites? Ser utópico? Não dar atenção à utilidade? Colocar-se numa posição exterior ao capitalismo? Estudar as nuvens?

Entre arder e durar, dizia Barthes, eis uma das questões essenciais. Aí estamos, nessa hesitação, quase sempre. Arder: a grande intensidade que muitas vezes é insuportável durante muito tempo; e a duração que prolonga algo – um projecto, uma ideia, um amor - a baixas intensidades. Baixa intensidade, sim, mas uma força que não termina, a duração. Partindo deste ponto de vista, Platão talvez seja o primeiro dos românticos, assumindo-se então o destino como aquilo que não tem alternativa e por isso atinge a intensidade máxima em oposição ao mundo das infinitas alternativas, mas de pequena turbulência.

Neste ciclo de quatro dias, coordenado por Gonçalo M. Tavares, o centro será o tema: Romantismo para além do romantismo - Entre Arder e Durar.

O que é o romantismo contemporâneo na Dança, na Arte, no Teatro e na Ciência? O que está a durar? O que está a arder?

Este ciclo caminhará no espaço que existe entre a linguagem e a imagem. Os convidados mostrarão imagens de dança, teatro, arte e ciência enquanto a conversa se desenrola. As imagens que nos fazem pensar. As imagens que ardem e as imagens que duram. Este ciclo rodeia, assim, o duplo espaço da conversa e da conferência procurando um tempo em que a imagem pensa com o auxílio das palavras e em que as palavras mostram com o auxílio das imagens. Imagens com alta intensidade e imagens que duram. Linguagem que arde e nos seduz, e linguagem discreta mas que resiste.

DOM 12 SET, 17H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ROMANTISMO PARA ALÉM DO ROMANTISMO

ENTRE ARDER E DURAR NA LITERATURA

Síntese final do ciclo por Gonçalo M. Tavares

Coordenação: Gonçalo M. Tavares

“Quem quer algo infinito não sabe o que quer”, escreveu Friedrich Schlegel. No entanto, logo a seguir, acrescentou: “Mas este enunciado não pode inverter-se.” É isso mesmo: quem não quer o infinito também não sabe o que quer. E destes – os que não querem o infinito - podemos dizer, certamente: querem pouco.

O que são os românticos do século XXI? Talvez isto: são os que querem muito, são os que talvez queiram demais, mas nunca de menos. Não irão falhar por sovinice, pela cautela que se resguarda dos grandes instantes. Pelo contrário. Falhar por excesso, eis a falha que talvez nunca envergonhe ninguém. Falhar por via da generosidade, eis o grande romântico, antigo e contemporâneo.

Romantismo para além do romantismo. Sem pensarmos em épocas nem em grandes definições definitivas. Como hoje podemos falar do romantismo nas diferentes áreas criativas e na ciência? O que é hoje ser romântico? Ir até aos limites? Ser utópico? Não dar atenção à utilidade? Colocar-se numa posição exterior ao capitalismo? Estudar as nuvens?

Entre arder e durar, dizia Barthes, eis uma das questões essenciais. Aí estamos, nessa hesitação, quase sempre. Arder: a grande intensidade que muitas vezes é insuportável durante muito tempo; e a duração que prolonga algo – um projecto, uma ideia, um amor - a baixas intensidades. Baixa intensidade, sim, mas uma força que não termina, a duração. Partindo deste ponto de vista, Platão talvez seja o primeiro dos românticos, assumindo-se então o destino como aquilo que não tem alternativa e por isso atinge a intensidade máxima em oposição ao mundo das infinitas alternativas, mas de pequena turbulência.

Neste ciclo de quatro dias, coordenado por Gonçalo M. Tavares, o centro será o tema: Romantismo para além do romantismo - Entre Arder e Durar.

O que é o romantismo contemporâneo na Dança, na Arte, no Teatro e na Ciência? O que está a durar? O que está a arder?

Este ciclo caminhará no espaço que existe entre a linguagem e a imagem. Os convidados mostrarão imagens de dança, teatro, arte e ciência enquanto a conversa se desenrola. As imagens que nos fazem pensar. As imagens que ardem e as imagens que duram. Este ciclo rodeia, assim, o duplo espaço da conversa e da conferência procurando um tempo em que a imagem pensa com o auxílio das palavras e em que as palavras mostram com o auxílio das imagens. Imagens com alta intensidade e imagens que duram. Linguagem que arde e nos seduz, e linguagem discreta mas que resiste.

OFICINAS

SÁB 28 AGO, 11H—13H, 15H—17H (DURAÇÃO 120 MIN.)
LAGO DOS CAVALINHOS
OFICINAS

HISTÓRIAS DA NATUREZA E A NATUREZA DAS HISTÓRIAS

Burilar

Programação: Paulo Covas

Um livro é normalmente um objeto que conta uma história… E se fosses tu a construí-lo através das memórias deste espaço cheio de vida que é o Jardim do Palácio de Cristal? Já viste como as plantas que aqui habitam podem ter tantas cores e formas?  Nesta oficina vamos homenagear Júlio Dinis, lembrando o seu herbário, que poucos conhecem e aprender a fazer este livro tão especial. Vamos conhecer as folhas e flores presentes no jardim, observando-as mais de perto e, passo a passo, construir um livro único que poderemos levar para casa. 

SÁB 28 AGO, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ILUSTRAÇÃO

HERBÁRIO

Cristina Valadas

No seguimento da conversa À volta dos livros 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Começamos por escolher diferentes folhas de árvores e com elas faremos uma análise pormenorizada das respetivas formas, texturas e contornos através de registos gráficos de diferentes técnicas; decalque, desenho, linha de contorno, carimbo… 

De seguida compomos um pequeno livro com o conjunto das experiências de cada um. 

DOM 29 AGO, 11H—13H, 15H—17H (DURAÇÃO 120 MIN.)
LAGO DOS CAVALINHOS
OFICINAS

HISTÓRIAS DA NATUREZA E A NATUREZA DAS HISTÓRIAS

Burilar

Programação: Paulo Covas

Um livro é normalmente um objeto que conta uma história… E se fosses tu a construí-lo através das memórias deste espaço cheio de vida que é o Jardim do Palácio de Cristal? Já viste como as plantas que aqui habitam podem ter tantas cores e formas?  Nesta oficina vamos homenagear Júlio Dinis, lembrando o seu herbário, que poucos conhecem e aprender a fazer este livro tão especial. Vamos conhecer as folhas e flores presentes no jardim, observando-as mais de perto e, passo a passo, construir um livro único que poderemos levar para casa. 

TER 31 AGO, 14H (DURAÇÃO 60 A 90 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CIANOTIPIA

VERÃO AZUL

de Joana Mendonça 

com Ana Luisa Almeida e Bruna Quadrado

Apoio: ESE.IPP 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Com flores, folhas e ramos recolhidos em grupo, e com a ajuda da luz do sol, tal como os artistas famosos, vamos pensar, desenhar, cortar, colar, conversar e finalizar: construindo um livro de artista para preservar um conjunto de boas memórias! 

QUA 1 SET, 14H (DURAÇÃO 60 A 90 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ILUSTRAÇÃO

HERBÁRIO IMAGINÁRIO

Joana Estrela

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

O que é que aquela folha está a pensar? E esta pedra, terá poderes especiais? Que segredos esconde o jardim da biblioteca? Que criaturas vamos encontrar se usarmos a imaginação? Uma oficina de ilustração para inventar personagens que vamos catalogar num herbário imaginário cheio de histórias. 

QUI 2 SET, 14H (DURAÇÃO 60 A 90 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CIANOTIPIA

VERÃO AZUL

de Joana Mendonça 

com Ana Luisa Almeida e Bruna Quadrado

Apoio: ESE.IPP 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Com flores, folhas e ramos recolhidos em grupo, e com a ajuda da luz do sol, tal como os artistas famosos, vamos pensar, desenhar, cortar, colar, conversar e finalizar: construindo um livro de artista para preservar um conjunto de boas memórias! 

SEX 3 SET, 14H (DURAÇÃO 60 A 90 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ILUSTRAÇÃO

HERBÁRIO IMAGINÁRIO

Joana Estrela

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

O que é que aquela folha está a pensar? E esta pedra, terá poderes especiais? Que segredos esconde o jardim da biblioteca? Que criaturas vamos encontrar se usarmos a imaginação? Uma oficina de ilustração para inventar personagens que vamos catalogar num herbário imaginário cheio de histórias.

SÁB 4 SET, 11H—13H, 15H—17H (DURAÇÃO 120 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
OFICINAS

HISTÓRIAS DA NATUREZA E A NATUREZA DAS HISTÓRIAS

Burilar

Programação: Paulo Covas

Um livro é normalmente um objeto que conta uma história… E se fosses tu a construí-lo através das memórias deste espaço cheio de vida que é o Jardim do Palácio de Cristal? Já viste como as plantas que aqui habitam podem ter tantas cores e formas?  Nesta oficina vamos homenagear Júlio Dinis, lembrando o seu herbário, que poucos conhecem e aprender a fazer este livro tão especial. Vamos conhecer as folhas e flores presentes no jardim, observando-as mais de perto e, passo a passo, construir um livro único que poderemos levar para casa. 

SÁB 04 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ILUSTRAÇÃO

CEM SEMENTES QUE VOARAM

Yara Kono 

No seguimento da conversa À volta dos livros 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Nesta oficina de ilustração observamos as formas e as diferentes estratégias das sementes para criarmos sementes novas. 

O que gostaríamos de ver crescer a partir delas? Que flores e frutos gostaríamos de cheirar e provar? De que sementes está este mundo a precisar? 

DOM 5 SET, 11H—13H, 15H—17H (DURAÇÃO 120 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
OFICINAS

HISTÓRIAS DA NATUREZA E A NATUREZA DAS HISTÓRIAS

Burilar

Programação: Paulo Covas

Um livro é normalmente um objeto que conta uma história… E se fosses tu a construí-lo através das memórias deste espaço cheio de vida que é o Jardim do Palácio de Cristal? Já viste como as plantas que aqui habitam podem ter tantas cores e formas?  Nesta oficina vamos homenagear Júlio Dinis, lembrando o seu herbário, que poucos conhecem e aprender a fazer este livro tão especial. Vamos conhecer as folhas e flores presentes no jardim, observando-as mais de perto e, passo a passo, construir um livro único que poderemos levar para casa. 

TER 7 SET, 14H (DURAÇÃO 60 A 90 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CIANOTIPIA

VERÃO AZUL

de Joana Mendonça 

com Ana Luisa Almeida e Bruna Quadrado

Apoio: ESE.IPP 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 
Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Com flores, folhas e ramos recolhidos em grupo, e com a ajuda da luz do sol, tal como os artistas famosos, vamos pensar, desenhar, cortar, colar, conversar e finalizar: construindo um livro de artista para preservar um conjunto de boas memórias! 

QUA 8 SET, 14H (DURAÇÃO 60 A 90 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ILUSTRAÇÃO

HERBÁRIO IMAGINÁRIO

Joana Estrela

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

O que é que aquela folha está a pensar? E esta pedra, terá poderes especiais? Que segredos esconde o jardim da biblioteca? Que criaturas vamos encontrar se usarmos a imaginação? Uma oficina de ilustração para inventar personagens que vamos catalogar num herbário imaginário cheio de histórias. 

QUI 9 SET, 14H (DURAÇÃO 60 A 90 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CIANOTIPIA

VERÃO AZUL

de Joana Mendonça 

com Ana Luisa Almeida e Bruna Quadrado

Apoio: ESE.IPP 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Com flores, folhas e ramos recolhidos em grupo, e com a ajuda da luz do sol, tal como os artistas famosos, vamos pensar, desenhar, cortar, colar, conversar e finalizar: construindo um livro de artista para preservar um conjunto de boas memórias! 

SEX 10 SET, 14H (DURAÇÃO 60 A 90 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ILUSTRAÇÃO

HERBÁRIO IMAGINÁRIO

Joana Estrela

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

O que é que aquela folha está a pensar? E esta pedra, terá poderes especiais? Que segredos esconde o jardim da biblioteca? Que criaturas vamos encontrar se usarmos a imaginação? Uma oficina de ilustração para inventar personagens que vamos catalogar num herbário imaginário cheio de histórias. 

SÁB 11 SET, 11H—13H, 15H—17H (DURAÇÃO 120 MIN.)
LAGO DOS CAVALINHOS
OFICINAS

HISTÓRIAS DA NATUREZA E A NATUREZA DAS HISTÓRIAS

Burilar

Programação: Paulo Covas

Um livro é normalmente um objeto que conta uma história… E se fosses tu a construí-lo através das memórias deste espaço cheio de vida que é o Jardim do Palácio de Cristal? Já viste como as plantas que aqui habitam podem ter tantas cores e formas?  Nesta oficina vamos homenagear Júlio Dinis, lembrando o seu herbário, que poucos conhecem e aprender a fazer este livro tão especial. Vamos conhecer as folhas e flores presentes no jardim, observando-as mais de perto e, passo a passo, construir um livro único que poderemos levar para casa. 

SÁB 11 SET, 16H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ILUSTRAÇÃO

A NUVEM

João Fazenda 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

De que são feitas as nuvens? Nesta oficina, uma «nuvóloga» vai querer saber as vossas opiniões e tentar chegar a algumas respostas. A seguir, quando estiverem todos de acordo, vão inventar-se nuvens de vários tipos e para todos os gostos. 

DOM 12 SET, 11H—13H, 15H—17H
LAGO DOS CAVALINHOS
OFICINAS

HISTÓRIAS DA NATUREZA E A NATUREZA DAS HISTÓRIAS

OFICINA DE ARTES PLÁSTICAS

BURILAR

Um livro é normalmente um objeto que conta uma história… E se fosses tu a construí-lo através das memórias deste espaço cheio de vida que é o Jardim do Palácio de Cristal? Já viste como as plantas que aqui habitam podem ter tantas cores e formas?  Nesta oficina vamos homenagear Júlio Dinis, lembrando o seu herbário, que poucos conhecem e aprender a fazer este livro tão especial. Vamos conhecer as folhas e flores presentes no jardim, observando-as mais de perto e, passo a passo, construir um livro único que poderemos levar para casa. 

CONCERTOS

SEX 27 AGO, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

GRUTERA / JOSÉ VALENTE 

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.

 

Grutera, Guilherme Efe, começa a tocar em bandas de metal, mas o headbang faz-lhe dores de pescoço. Descobre que tocar guitarra clássica, à sua maneira, pouco ortodoxa, é a coisa mais simples e fácil que já alguma vez aprendeu a fazer. Fazer música com ela também. Assim, escolhe esse caminho para alcançar a fama, riqueza e sucesso. Ou só fazer música que o emocione e que melhore alguns minutos da vida de alguém que a ouça.  Em 2012 grava o Palavras Gastas e entra para os Novos Talentos FNAC, um álbum que, hoje em dia, o envergonha. Em 2013 grava O Passado Volta Sempre no Mosteiro de Cós, um álbum que hoje em dia, o envergonha, mas menos do que o primeiro. Em 2015 grava Sur Lie na Herdade do Esporão, um álbum que hoje em dia, o envergonha, mas menos do que o segundo. Em 2020 lança um novo disco, Aconteceu, um disco sobre o que aconteceu nos últimos 5 anos. Gravado numa adega de casa de seus pais, com Tiago e Diogo Simão ao leme desde a captação à masterização, design de Ana Gil, curadoria da Planalto Records e na capa vai a mãe. Poderá ser ouvido em primeira mão num qualquer concerto perto de si. Ou mais longe um bocadinho. Espera que este não o envergonhe.


José Valente é considerado um dos violetistas mais inovadores da sua geração e continua a desenvolver uma intensa atividade musical definida pela irreverência, virtuosismo e contemporaneidade das suas composições e concertos. Com um percurso artístico elogiado pela crítica, o premiado violetista explora os limites do seu instrumento aplicando na sua obra uma intensa e articulada simbiose de estilos musicais, raramente associáveis ao repertório tradicional para a viola d’arco. Depois de várias e ricas experiências enquanto improvisador e músico de jazz, foi solista no Carnegie Hall a convite de Paquito D’Rivera, tocou com algumas das maiores figuras do jazz internacional como Dave Douglas, Joshua Redman ou Don Byron, e colabora frequentemente com o pianista galego Alberto Conde. O mais recente álbum, Serpente Infinita, inspirado na poesia de Ana Hatherly e editado pela Respirar de Ouvido, com apoio da Musibéria, foi galardoado com o Prémio Carlos Paredes.

SEX 27 AGO, 21H30
LAGO DOS CAVALINHOS
CONCERTOS

PORTA-JAZZ AO RELENTO

Miguel Ângelo, Dança dos Desastrados

João Guimarães — saxofone, Joaquim Rodrigues — piano, Miguel Ângelo —contrabaixo, Marcos Cavaleiro —bateria

A décima edição do Porta-Jazz ao Relento apresenta este ano 3 concertos de discos editados no ano de 2021 pelo Carimbo, braço editorial da Associação.


Depois de ter lançado Branco, o álbum de estreia do grupo, em 2013, e o disco A Vida de X, em 2016, o Quarteto, liderado pelo contrabaixista e compositor Miguel Ângelo, promove, agora, o terceiro trabalho do grupo Dança dos Desastrados. Mantendo a formação em quarteto com os seus habituais companheiros - João Guimarães no Sax Alto, Joaquim Rodrigues no Piano e Marcos Cavaleiro na Bateria -, o novo álbum é a continuidade do trabalho e da maturação do compositor e do grupo, que se apresenta mais criativo, inspirado e maturado. Baseado em possíveis Danças Tradicionais, reais ou imaginárias, esta é a proposta do grupo de música para escutar, sentir e dançar, mesmo para os mais “desastrados”. Este disco teve o apoio da Fundação GDA.

SÁB 28 AGO, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

MONTES / LITTLE FRIEND

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.

 

Montes são Kauê e Arianna tocam juntos, comem juntos e sonham juntos também, e o que não é junto fica com peça do puzzle por encaixar. Imaginemos Montes como o grande puzzle de sons, perfeitamente encaixado, seja à força de imagens desenhadas por entre nevoeiros citadinos e misteriosos cumes de montanhas imaginados. Montes convida a todos a tentar montar o puzzle.


Cinco anos depois de We Will Destroy Each Other, álbum de estreia que os deu a conhecer, os Little Friend estão de regresso com o segundo álbum, A Substitute for Sadness. O projeto de John Almeida esteve ausente durante um período em que houve uma desconstrução gradual de tudo o que estava a ser escrito e vivido, até ser inevitável uma reconstrução quase total da música, do som, e até da identidade do projeto. De novo numa parceria e colaboração muito próxima com o seu produtor André Tentugal, também responsável pelos arranjos e composição, os Little Friend têm como single de avanço Sombre Song, que reflete o fascínio pela fronteira sonora entre a estética de cantautor dos finais dos anos 60 e a orquestração do início da década de 70, que trouxe temas mais sombrios para as letras e tentou alargar os limites da produção. Gravado, misturado nos Estúdios Sá da Bandeira, no Porto, por João Brandão, este tema dá-nos um sinal do que virá brevemente.

DOM 29 AGO, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

RITA BRAGA / ANDRÉ JÚLIO TURQUESA 

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.

 

Para entrar no universo de Rita Braga, imaginem-se num local que se assemelha a um circo americano do século passado onde, depois de se dirigirem ao interior de uma tenda, se deparam com uma casa de espelhos. Cada um desses reflexos exibe uma faceta de Time Warp Blues, o terceiro disco da cantora e multi-instrumentista Rita Braga: a naïve art de Space Lady; os bizarros sons de Bruce Haack; o minimalismo de Young Marble Giants; a cinematografia de Eraserhead e toda uma espiral de fantasmas e viagens no tempo. O que têm todos estes reflexos em comum? O peculiar uso do ukulele por Rita Braga, acompanhada de teclados e caixas de ritmos vintage e banjolele. Time Warp Blues, co-produzido por Andrea Rocca em Londres é o primeira longa duração em vinil de Rita Braga, que escreve e interpreta canções em inglês, português, finlandês e japonês. Nada destas diferentes latitudes lhe é desconhecido, pois ao longo da última década realizou numerosos concertos por toda a Europa e também nos EUA, Brasil, Austrália e Japão. O disco anterior Bird on the Moon (Lunadélia Records, 2018/Moorworks, Japão 2019) deu entrada no “Top 15 de discos com ukulele” na revista Wire.


André Júlio Turquesa procura unir as descobertas e memórias do seu alter ego viajante de Turquoise com o André ator, músico e compositor, que agora repousa as raízes e desarruma as ideias num novo lugar. Movido pela rotina, reencontros, procura interior e experimentação, surge Orgônio, um álbum de portas abertas ao compositor multi-instrumentista, que agora cria sem olhar a meios, mas abusando deles numa busca selvagem pelo que há de mais intenso nas memórias, influências, referências e suas constantes conjugações. O álbum é composto por 10 faixas com música e letra originais, reunindo temas que contemplam a participação de músicos como Emmy Curl, João Hasselberg, Ricardo Coelho entre outros, e onde a língua portuguesa passa a coexistir com a francesa e inglesa, com composições suas e também com poemas da autoria de Valter Hugo Mãe e Miguel Bonneville. Orgônio vê a luz do dia a 16 de Fevereiro de 2020 e conta com o Apoio à Edição Fonográfica da GDA e selo da Planalto Records.

QUA 1 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

O MANIPULADOR / THE SOLAR CORONA ELEKTRISCHE MASCHINE

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.

 

Manipulador é a one-man-band de Manuel Molarinho, influenciada por bandas de rock alternativo e ética DIY, que encontra inspiração em paisagens indústrias abandonadas, nos ritmos e melodias das conversas e na experimentação. A originalidade do músico tem passado pela criação de peças e canções somente através do uso do baixo, pedais, loop station e voz, dando ao baixo o papel principal de instrumento de percussão, textural e melódico. Doppler é o 4o registo de O Manipulador (depois de Boxing, Chess e Lop). Com o selo da editora portuense Saliva Diva, representa o culminar do trabalho de investigação e experimentação da utilização do baixo eléctrico como instrumento total. A viver atualmente no Porto, o músico português tem estado constantemente na estrada e os seus concertos como O Manipulador têm sido repetidamente bem acolhidos pela crítica.


Os Solar Corona são um coletivo multiforme de música rock. O seu núcleo duro é composto por Rodrigo Carvalho (guitarra/synths), José Roberto Gomes (baixo), Peter Carvalho (bateria/percussão) e Nuno Loureiro (dub/sampling/fx), colaborando frequentemente com Julius Gabriel (saxofone/orgão) e José Arantes (produção). No formato Solar Corona Elektrische Maschine, desprendem-se da bateria, guitarra e amplificadores enquanto ferramentas chave da música rock que caracteriza a banda, para abraçar a fundo a improvisação alçada em instrumentos electrónicos, digitais e analógicos, novas percussões e novos métodos de amplificação e processamento das mesmas, e o baixo como fundação de groove, explorando duas vertentes repetição e imprevisibilidade.

QUI 2 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

SUMMER OF HATE / 10. 000 RUSSOS

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.

 

Summer of Hate (S º H) é um projecto de rock psicadélico do Porto enraizado no shoegazing, noise pop, no post-punk britânico e na pop dos anos 60, cuja única pretensão é a de fazer música agressivamente bonita. Conta já com uma presença ao vivo desde 2016 (com sua estreia na respectiva edição do festival Reverence Valada) e concerto de norte a sul de Portugal. A banda é constituída por 6 membros: Laura Calado (voz), João Martins, Pedro Adelino e Pedro Ferreira (guitarras), Michel Oliveira (baixo) e Pedro Lopes (bateria) e conta com um extenso portfólio online de mais de 35 temas ao longo de 3 anos, dois singles, nomeadamente “Year of Kali” de 2017 e “Ecstasy” de 2018 (com rodagem na rádio SBSR desde então) e um álbum ao vivo no Ferro Bar (Porto) disponível desde Outubro de 2019.


10.000 Russos é um projeto musical que ronda territórios tão vastos e abrangentes como o krautrock, psych, noise, ambient, techno, surf, entre muitos outros. Têm cimentado o seu percurso como uma das principais referências da nova vaga de música psicadélica europeia. Foram formados por João Pimenta e Pedro Pestana em 2012. 2020 marca um ponto de viragem, com a saída de André Couto e com a entrada de Nils Meisel nos sintetizadores e electrónica com o qual já gravaram o LP Superinertia, o 5o álbum de estúdio. A crítica especializada, em relação tanto a lançamentos como a concertos, tem sido unânime em reconhecer os 10000 Russos como “uma força formidável” e “uma das mais excitantes bandas a gracejar a psychedelia moderna”.

SEX 3 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

KALI / $TAG ONE

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.

 

KALI, nome artístico de Inês Duarte, é uma rapper penafidelense de 24 anos licenciada em Criminologia, que sempre gostou de música. Aos 14 anos começou a escrever poesia, e aos 16 começou a cantá-la e aos 18 a improvisar junto de outros rappers locais. Em 2019 lançou a sua 1o música “O sol brilha”, e conta já com uma participação em Zen, editada por Alva, artista da sua cidade.


Daniel Figueiredo de nome próprio, mais conhecido por $TAG ONE, é um artista nascido e criado no Bairro das Cabanas em Rio Tinto, que se conectou à cultura do hip-hop desde tenra idade quando o seu irmão mais velho lhe apresentou o álbum, The Eminem Show.

Motivado pela música, continuou a consumir artistas como Das Efx, Big L, The Notorious B.I.G. e mais.  Em simultâneo à sua paixão pelo rap, $TAG ONE fez um percurso na música clássica em adolescente, onde estudou Flauta Barroco no Conservatório de Música do Porto e Saxofone Tenor na Escola de Jazz do Porto.  A sua obsessão pelo Hip-Hop vem desde cedo, mas só fez dele o seu habitat em 2013, onde se já dedicava com mais força à escrita, e lançou então o seu primeiro single original e videoclip, com o tema Tá Sujo. Após várias Mixtapes a colaborações de que fez parte, lançou também o EP Hash$tag em 2019 e o seu mais recente trabalho EP UNGA em 2021. Este artista apresenta-nos trabalhos com diversidade e muita escrita criativa, combos de rap e saxofone, poesia falada, códigos da rua e muito amor pela música.

SEX 3 SET, 21H30
LAGO DOS CAVALINHOS
CONCERTOS

PORTA-JAZZ AO RELENTO

Demian Cabaud, Otro Cielo


João Pedro Brandão — saxofone e flauta, José Pedro Coelho — saxofone, João Grilo — piano, Demian Cabaud – contrabaixo, Marcos Cavaleiro – bateria

A décima edição do Porta-Jazz ao Relento apresenta este ano 3 concertos de discos editados no ano de 2021 pelo Carimbo, braço editorial da Associação.


Otro Cielo é o novo trabalho de Demian Cabaud e a 4ª edição discográfica deste contrabaixista e compositor argentino radicado em Portugal, com o Carimbo Porta-jazz. Demian é um nos mais importantes músicos em Portugal e a sua música, neste disco, é assim descrita pelo grande Léo Genovese:


Demian’s music is a flying entity and the band is a breathing organism capable of transforming the atmospheres of reality. The sounds in this album are somehow rooted in reflections of his native country Argentina and his present home Portugal. Using elements of different modern forms of expression through improvisation Demian and his group manage to take you as a first class passenger in this exploratory odyssey. Fasten your sit belts and get ready to go to unimaginable places with the sound of this ensemble. “Otro Cielo” exhibits a new and fresh set of possibilities for music for quintet.

SÁB 4 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

PALMIERS / EVOLS

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.

 

Fenómonos atmosféricos a parte, a música acompanha os Palmiers até lugares exóticos que não estão presentes nos globos iluminados dos escritórios dos anos 70 e 80, como se um surfista de Honolulu se tivesse infiltrado numa banda de roqueiros com sincronia alemã e sangue latino.

Ao aterrar, fica a memória de uma viagem que se deseja repetir, de espontaneidade e irreverência, preenchida por um exotismo com sabor a casa e uma energia de paisagem remota aqui, ao sabor dos dedos.


Formados em 2008 em Vila do Conde os Evols são uma banda influenciada por toda a música psicadélica que se reinventa há quase 60 anos em que as guitarras são Deus e o seu culto, uma religião. A formação dos Evols para 2020 é composta por Vitor Santos, França Gomes, Carlos Lobo, Rafael Ferreira, André Simão e Sérgio de Bastos. O álbum III foi gravado e misturado pela banda e teve a participação especial de Pedro Oliveira (Krake, Peixe:Avião, Dear Telephone e OZO) na bateria. A formação dos Evols já contou com nomes como Jorge Queijo (OtrotortO / Os Príncipes / Space Ensemble / Ensemble Gamelão) que ainda participou nas gravações de III e João Santos (TAM / Wasser Bassin).

DOM 5 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

META / PZ

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.

 

 

Meta é Mariana Bragada a explorar a essência da voz. Nasceu em Bragança, com raízes profundas na natureza e a memória de cantar e dançar desde que existe. Recolhe e cose sons do mundo, que grava em viagens e que ouve no coração, criando uma manta de retalhos sonoros, de caminhos imaginários e tradições. Unindo a tecnologia e a inspiração natural e ancestral, recria visões e manifestações, através de improvisos e cânticos, partilhando o processo de criação no momento e valorizando a viagem como o destino. Em Setembro de 2019 lançou o single Saudade e, posteriormente, em Outubro, o EP de estreia - Mónada, edição de autor que se encontra disponível em todas as plataformas online e em edição física. Em Fevereiro de 2020 em colaboração com a agência CHAU e com o apoio da Fundação GDA realizou a sua primeira tour europeia, passando pelo Sofar Sounds Manchester, Sofar Sounds London, Madame Claude em Berlim, Sofar Sounds em Madrid e Bodega Saltó em Barcelona. No final de 2020 foi um dos projetos escolhidos em Open Call pelo júri do concurso Super Emergentes para o Line-Up do Festival Emergente, tendo ganho o prémio “Melhor Projeto Musical” com o qual gravará o seu primeiro álbum em 2021.

 

PZ é Paulo Zé Pimenta. Começou a fazer música no seu quarto com um computador, um sampler, e um ou dois sintetizadores quando tinha 16 anos. À medida que foi aprendendo a mexer em máquinas e a tocar vários instrumentos, num modo autodidata, foi desenvolvendo uma sonoridade própria que tomou outra dimensão com o modo como expõe as suas ideias através da sua voz singular. Com 6 discos lançados até à data PZ põe tudo em pratos limpos e fá-lo à sua maneira não só através da música que produz de fio a pavio, como também pela realização dos seus próprios videoclips adulterados por uma variação sui-generis da estética do-it-yourself como podemos testemunhar em vídeos como Em Paz Na Minha Guerra, Olá, O Que Me Vale és Tu, Cara de Chewbacca, entre outros.

QUA 8 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

ANA DEUS / STEREOBOY

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.


Ana Deus nasceu em Santarém em 1963 e vive no Porto desde 1981. Sempre se interessou por música, poesia e desenho, tendo frequentado sem concluir o Curso Superior de Pintura da ESAP.

Começou o seu percurso musical em 87 no grupo pop Ban. Em 93 inicia com a escritora Regina Guimarães e o músico Alexandre Soares o grupo Três Tristes Tigres. Tem musicado poesia de autores variados. Editou um livro-cd em parceria com o autor Alberto Pimenta e criou o espetáculo Sono dedicado à poesia de Ernesto de Melo e Castro apresentado durante a retrospetiva do autor na Fundação de Serralves.Fernando Pessoa, Camilo Pessanha, Bocage, Camões, Natália Correia, David Mourão Ferreira, Judith Teixeira, Gastão Cruz, Ângelo de Lima, Mário de Sá Carneiro, Sylvia Plath, Rainer Maria Rilke, William Blake são alguns dos autores musicados e cantados por si, a solo ou nos seus projetos Osso vaidoso (com Alexandre Soares), Bruta (com Nicolas Tricot) e Ruído Vário (com Luca Argel). Faz pequenos videopoemas para as suas canções. Em 2020 editou Mínima luz, álbum de originais dos Três Tristes Tigres.

 

Tal como na estereofonia o projeto Stereoboy também é feito de dois canais. O projeto pessoal de Luis Salgado associa-se em cada momento a um outro canal que pode ser uma pessoa, um coletivo ou apenas uma máquina. Na nova vida de Stereoboy, a eletrónica junta-se à bateria e percussão industrial criando drones tanto imersivos e contemplativos como agressivos e ruidosos. Depois de dois EP’s e um Álbum lançado em 2013 pela editora PAD, Stereoboy editou em Abril de 2020 um novo álbum numa parceria de edição entre O Cão da Garagem e a inglesa Dirty Filthy Records chamado Kung Fu.

QUI 9 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

ECE CANLI / JULIUS GABRIEL

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.


Ece Canli é artista, música e investigadora. Nasceu na Turquia e vive no Porto, Portugal. Na sua prática artística e vocal, explora os estados liminais de corpos agonizados e demonizados, narratividade contrafactual, delinking corporal e mental, e expressões extralinguísticas por meio de técnicas vocais estendidas. Colaborou com vários artistas, músicos e coreógrafos internacionalmente e criou bandas sonoras para performances, exposições e trabalhos de vídeo. Atualmente compõe e toca em NOOITO (duo com a harpista Angélica V. Salvi), em LIVE LOW (banda portuense iniciada por Pedro Augusto), em COBRA’CORAL (trio vocal com Catarina Miranda e Clélia Colonna) e na sua estreia a solo VOX FLORA, VOX FAUNA, entre outras criações. 


A música de Julius Gabriel é, na sua apenas aparente abstração, assombrada pelas vidas anteriores de saxofonistas cuja música atravessou o tempo como uma ventania inaudita de som. Em Dream Dream Beam Beam, o seu primeiro álbum a solo, o saxofonista alemão organiza as suas idiossincráticas influências musicais para criar um mantra fluído de padrões circulares, overtones e erupções de free jazz, que pode ser compreendido como a síntese possível de uma longa tradição jazzística intercetada por imaginativas intrusões de drone e noise. No seu mais recente trabalho, Ætherhallen Julius Gabriel mantém o registo, com uma passagem pelo psicadélico e um desvio ao minimalista. As suas composições improvisadas soam como excêntricas partículas de pó dançando numa luz crepuscular e em câmara lenta até ao fim dos tempos, propondo àqueles que as ouvirem um réquiem para a vida eterna.

SEX 10 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

DON PIE PIE / O BOM O MAU E O AZEVEDO

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.


Os Don Pie Pie servem-nos agora o seu longa-duração de estreia. The Life of Pie surge como um cheat honesto que modifica o jogo de Don Pie Pie, desbloqueia os vários níveis da banda e os vencedores somos todos nós. Saloio, Miguel e Liquid tornam-se efetivamente invencíveis: quando juntam as suas baterias, teclas e guitarras, transformam-se no combo perfeito, na crème de la crème daquilo que o prog-rock é (e deve ser) nos dias de hoje.

 

O Bom, o Mau e o Azevedo deram os seus primeiros passos no início do ano 2015, quando Azevedo juntou três amigos para tocar umas músicas que tinha feito para um vídeo jogo que nunca viu a luz do dia. Esse mesmo jogo consistia simplesmente em matar zombies e o seu criador imaginou música tipo “Tarantino/Western” como pano de fundo. Os temas criados para esse efeito acabaram por ser o mote para os primeiros ensaios da banda, que pouco tempo depois aumentaria o seu repertório original, sempre com este imaginário de far west como cenário. E é nessa paisagem árida, mas dada ao absurdo, que O Bom, o Mau e o Azevedo se encontra assim como ao nome da banda.

SEX 10 SET, 21H30
LAGO DOS CAVALINHOS
CONCERTOS

PORTA-JAZZ AO RELENTO

Puzzle 3, D

Pedro Neves — Piano, João Paulo Rosado —contrabaixo, Miguel Sampaio —Bateria

A décima edição do Porta-Jazz ao Relento apresenta este ano 3 concertos de discos editados no ano de 2021 pelo Carimbo, braço editorial da Associação.


Imaginação a. história peça surge a a Peça.Este através constrói da de peças  que músico cada um compõe. trio junção

SÁB 11 SET, 19H (DURAÇÃO 90 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS DE BOLSO

CRUA / LES SAINTS ARMAND

Curadoria: Maus Hábitos

Os Concertos de Bolso esboçam um retrato do panorama musical na cidade, ao mesmo tempo que manifestam um gesto de alento e incentivo às bandas e músicos de diferentes géneros e gerações, fragilizados pelas circunstâncias que pautam estes meses de verão e de digressões adiadas.


Crua olha para a música tradicional, procurando a identidade e o sentimento como um processo vivo. Um concerto pulsante e intimista, terno e vigoroso, numa viagem pessoal pela raiz tradicional ibérica, com forte incidência portuguesa, onde o adufe assume um lugar predominante. 


Os Les Saint Armand são uma banda do Porto. Escrevem e cantam em português. A sua música tem raízes no folk e na canção de autor de dimensão coral. Com mais de uma década de existência, passando por várias constituições, com as quais fizeram diversas digressões nacionais e lançaram dois álbuns - “Nó” (2016) e “Na Memória da Paisagem” (2019) - voltam a tocar na cidade que os viu crescer, para celebrar a vida, o amor e a liberdade. 

DOM 12 SET, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
LAGO DOS CAVALINHOS
CONCERTOS

VAMOS IMAGINAR UM BAIRRO DE LUZ

BALLETEATRO

Ana Clara Silva, Ana Rita Alves, Francisca Costa, Iris Carvalho, José Machado, Lisandro Costa, Lucas Mendes, Maria Clara Mendes, Nair Mateus, Sara Silva. Banda Convidada: Oupa Cerco.

O concerto Vamos Imaginar um Bairro de Luz insere-se no programa de residências artísticas, com o mesmo nome, um projeto apoiado pela Câmara Municipal do Porto, Domus Social – Empresa de Habitação e Manutenção do Município do Porto, através de AIIA Abordagem Integrada para a Inclusão Ativa. Este é um concerto de fecho de um ciclo de trabalho realizado pela equipa artística ao longo de muitos meses, marcando também a última das três residências artísticas desenhadas para o bairro Cerco do Porto. O trabalho desenvolvido teve como foco: escrita, canto, movimento e composição musical, resultando seis temas, cinco deles originais e uma adaptação. Da residência destaca-se ainda a edição de um CD, um teaser e um videoclip.


Nesta 3ª edição, há dois temas compostos por artistas convidados: Catarina Sá Ribeiro e Pedro Abrunhosa, com adaptação de Jorge Queijo. Para este concerto, o balleteatro convida Oupa Cerco.


Direção e coordenação artística das residências: Isabel Barros

Direção musical: Jorge Queijo com a participação de Rita Pinheiro e Sérgio Filipe

Coreografia: Sónia Cunha

Direção Técnica: Alberto Lopes

Artistas Convidados: Catarina Sá Ribeiro e Pedro Abrunhosa

Assistente de Projeto: Lúcia Ribeiro

Produção: balleteatro

DOM 12 SET, 19H (DURAÇÃO 60 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS

CONCERTO DE ENCERRAMENTO: JP COIMBRA — VIBRA

JP Coimbra — piano acústico, teclados, eletrónica, Samuel Martins Coelho — violino,  Sara Nunes — violino, Cristóvão Andrade — viola d’arco, Carina Albuquerque — violoncelo

JP Coimbra é um músico e compositor que conta já com mais de 25 anos de carreira, tendo produzido também música para cinema, teatro e dança. Elemento dos Mesa e de várias bandas como os Três Tristes Tigres, Goldfinger e os Bandemónio de Pedro Abrunhosa, apresenta-nos agora «Vibra», o álbum de estreia do seu primeiro projecto a solo. Lançado em Novembro de 2020, é um álbum de música instrumental que parte de gravações em alguns espaços característicos do Porto, como os corredores da Casa da Música, a Fundação de Serralves, a estação subterrânea do Rio da Vila ou as escadas rolantes da estação de metro do Marquês. Estes espaços foram tratados como instrumentos musicais, contribuindo com a sua volumetria para a composição, onde entra um piano, um quarteto de cordas e um grupo coral.

CINEMA

DOM 29 AGO, 21H30
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
UMA CORDA SOBRE O ABISMO

MOVIMENTO EM FALSO

Wim Wenders

1975, 103’ 

# Para maiores de 12 anos

Apresentado por: David Pinho Barros

Programação: Nuno Faria

Coordenação: Departamento de Cinema e Imagem em Movimento

Com argumento de Peter Handke e Wim Wenders, a partir do romance Os Anos de Aprendizagem de Wilhelm Meister, de Goethe, Movimento em Falso acompanha a viagem de um jovem aspirante a escritor, que deixa a cidade-natal em busca da sua identidade e acaba por criar laços com um grupo inusitado de viajantes. A Alemanha Ocidental dos anos 70 serve de pano de fundo ao segundo filme da trilogia de road movies realizada por Wim Wenders, uma das mais proeminentes figuras do Novo Cinema Alemão.

QUI 2 SET, 21H30
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
UMA CORDA SOBRE O ABISMO

O ÚLTIMO MERGULHO

João César Monteiro 

1992, 83’ 

# Para maiores de 12 anos

Apresentado por: Raquel Freire

Programação: Nuno Faria 

Coordenação: Departamento de Cinema e Imagem em Movimento 

Nas noites festivas de Santo António, em Lisboa, nasce uma inesperada amizade entre um jovem com intenções suicidas, um velho marinheiro e três prostitutas. É esta a premissa de O Último Mergulho, em que João César Monteiro filma a “Água” para uma série encomendada pela televisão intitulada Os Quatro Elementos. É com um trecho de Hyperion, de Hölderlin, na voz de Luís Miguel Cintra, que João César Monteiro encerra o filme – o voo dos flamingos sobre o Tejo desagua no ecrã negro e o espectador é deixado a sós com as palavras do poeta e romancista alemão.

SÁB 4 SET, 21H30
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
UMA CORDA SOBRE O ABISMO

CARAVAGGIO

Derek Jarman 

1986, 97’

# Para maiores de 16 anos 

Apresentado por: Mário Cláudio
Programação: Nuno Faria 

Coordenação: Departamento de Cinema e Imagem em Movimento 

Um drama centrado na história do pintor italiano Caravaggio que, no seu leito de morte, vai narrando episódios da sua vida. Aclamado pelo minucioso trabalho de Jarman sobre a luz e a cor, este registo biográfico, que é também uma reflexão sobre a sexualidade e a arte, valeu ao realizador um Urso de Prata no Festival de Berlim de 1986. Caravaggio corresponde, ainda, à estreia de Tilda Swinton no cinema e à primeira de várias colaborações com o cineasta inglês, considerado uma das maiores referências da contracultura britânica dos anos 70 e 80.

DOM 5 SET, 21H30
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
UMA CORDA SOBRE O ABISMO

BEUYS

Andres Veiel 

2017, 107’ 

# Para maiores de 12 anos 

Apresentado por: João Sousa Cardoso

Programação: Nuno Faria 

Coordenação: Departamento de Cinema e Imagem em Movimento 

Partindo de centenas de horas de material de arquivo (grande parte dele inédita), Andres Veiel cria um retrato íntimo de Joseph Beuys, um dos mais influentes e controversos artistas alemães da segunda metade do século XX, para quem a arte deveria ser uma prática aberta a todos e, como tal, fazer parte das várias dimensões da vida coletiva. Este documentário biográfico, realizado pelo cineasta e encenador alemão e apresentado 30 anos após a morte de Beuys, estreou no Festival de Berlim em 2017.

SÁB 11 SET, 21H30
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
UMA CORDA SOBRE O ABISMO

HEINRICH

Helma Sanders-Brahms 

1977, 133’ 

Versão original com legendas em inglês 

# Para maiores de 12 anos 

Apresentado por: João Barrento

Programação: Nuno Faria 

Coordenação: Departamento de Cinema e Imagem em Movimento 

Tendo por base cartas, documentos e a obra literária de Heinrich von Kleist, Helma Sanders-Brahms relata a vida, as lutas e a morte precoce do poeta e dramaturgo alemão de um modo não-cronológico e fragmentado. Foi com Heinrich que Helma Sanders-Brahms, cineasta ligado ao movimento do Novo Cinema Alemão e figura central nos movimentos estudantis e feministas alemães, venceu o Deutscher Filmpreis de 1977, tornando-se a primeira mulher realizadora a ser distinguida com o prémio.

ANIMAÇÃO

SÁB 28 AGO, 15H (DURAÇÃO 90 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
ANIMAÇÃO

JARDINS ARRANJADOS

Os Arranjadores

Programação: Paulo Covas

Curtas atuações musicais onde serão utilizados — em estreia pública — os instrumentos desenvolvidos pelos Arranjadores ao longo do último ano. Para lá das atuações musicais, as performances pretendem facilitar a troca de experiências, ideias e informação entre público, músicos e Os Arranjadores, sobre o processo de construção, reconversão e desenvolvimento dos instrumentos. Este é também um convite à ação individual e coletiva na prevenção e redução da produção de lixo pela comunidade.


Direção Artística e Produção: Os Arranjadores

Criação Musical: Luís Bittencourt, Ricardo Coelho e Os Arranjadores

Interpretação: Luís Bittencourt e Ricardo Coelho

Músicos Convidados: Miranda Vukasović e Rita Braga

Técnico de Som: Inês Lamares

Apoio: OPO’Lab

Os Arranjadores são:

Inês Lamares

Miranda Vukasović

David Matos

Augusto Lima

Carolina Semrau

Rodrigo Cardoso


SÁB 28 AGO, 15H — 18H (DURAÇÃO: SESSÃO 30 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
ANIMAÇÃO

ENTES DA TERRA

SEISTOPEIA

Programação: Paulo Covas

Um pastor de plantas guia dois espíritos da terra pelos jardins do mundo. Inspirado no conjunto de poemas O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro, este projeto itinerante usa música ao vivo, teatro físico, interação com o público através da linguagem do palhaço e magia. Três personagens trazem uma mensagem atual de urgência em relação ao estado ecológico do planeta Terra e à forma como interagimos socialmente.

SÁB 28 AGO, 17H (DURAÇÃO 120 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
TOUR LITERÁRIA

UM CONSULTÓRIO DE LETRAS – RECEITUÁRIO À MODA DO PORTO ROMÂNTICO

Bairro dos Livros

Email para inscrição ou pedidos de informação: geral@bairrodoslivros.com (assunto: Consultório de Letras)

Programação: Paulo Covas

A Feira do Livro do Porto vai ter um consultório romântico que usa os livros e o humor para criar um reencontro com a Literatura do tempo de Júlio Dinis. O que têm em comum a escrita dos autores de hoje, em plena pandemia, e a Literatura que imortalizou a Tuberculose e a Pneumónica? O Bairro dos Livros explica num conjunto de três visitas guiadas e dramatizadas que exploram o período romântico ao longo das ruas do Porto, tendo por base a ideia de que ler é sempre o melhor remédio para todas as maleitas. Pelo meio, vai-se dizendo a mais diversa poesia - também do século XXI -, receitada de forma personalizada a todos os participantes da tour e administrada em cuidadosas doses.

 

Percurso: 1,5 km, a pé, com pausa para degustação, disponibilização de audioguias

Dirigido a adultos

DOM 29 AGO, 11H (DURAÇÃO 75 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
TOUR LITERÁRIA

PORTO LITERÁRIO “TROCADO POR MIÚDOS”

Bairro dos Livros

Email para inscrição ou pedidos de informação: geral@bairrodoslivros.com (assunto: Trocado por miúdos)

Programação: Paulo Covas

É o Mapa que nos leva aonde queremos ou é o caminho? E se formos juntos a imaginar, é mais divertido? Quem foi Júlio Dinis, e também Camilo, Ramalho, Nobre e Eça? A Literatura  da cidade do século XIX trocada por miúdos leva os mais novos a visitar o Porto pelo olhar dos que o escreveram, misturando histórias, livros e personagens reais e ficcionadas. O percurso é guiado por dois atores que não percebem nada de mapas e pelo meio há jogos, músicas originais e atividades para descobrir.

 

Percurso: 1 km, a pé, com pausa para o lanche

Dirigido a famílias com crianças entre os 6 e os 12 anos

DOM 29 AGO, 16H — 18H (DURAÇÃO: SESSÃO 7 MIN.)
TERREIRO DO LAGO
ANIMAÇÃO

ONIROTÓPTERO

Trupe Fandanga

Programação: Paulo Covas

Onirotóptero é um espetáculo de marionetas na linha do teatro de Lambe-Lambe, apresentado para apenas uma ou duas pessoas de cada vez durante aproximadamente 7 minutos. O cenário é uma caixa ambulante que pode estar em qualquer espaço. Os espectadores são convidados a sentar-se em pequenos bancos com auscultadores, intimamente ligados à performance e ao marionetista, nesta obra sem palavras e dedicada a todos os públicos. 

DOM 29 AGO, 18H (DURAÇÃO 30 MIN.)
LAGO DOS CAVALINHOS
ANIMAÇÃO

O GUARDIÃO DOS VAGALUMES

Teatro e Marionetas de Mandrágora

Programação: Paulo Covas

O Guardião dos Vagalumes é um homem que habita a cidade e que fascinado pelo brilho de um pirilampo vai ao encontro da floresta. Aí confronta-se com o facto de a natureza estar a ser prejudicada pela mão humana. Numa luta difícil o homem decide abandonar a cidade e guardar a floresta. Decide tornar-se o seu guardião.

O guardião zela pelos pirilampos mais conhecidos por vagalume. Desde sempre a presença desta pequena criatura deu origem a belíssimas histórias bem como a contos fantásticos, mas acima de tudo a um apelo forte de proteção da natureza. Lutando contra a extinção de tão frágeis criaturas, o guardião tenta apelar ao íntimo de todos nós para que encontremos também o nosso guardião interior, e que estando perante a sua presença o saibamos respeitar e proteger, e assim preservar um espaço que pertence a todos.


Criação e Interpretação: Filipa Mesquita, Pedro Correia

Marionetas e Cenografia: enVide neFelibata

Coprodução: Nuvem Voadora

Teatro e Marionetas de Mandrágora

Parceria: Parque Biológico de Gaia

SÁB 4, 14H30—16H30 + 17H30—19H30
LAGO DOS CAVALINHOS
ANIMAÇÃO

MINI PORTO BELO

Um mercadinho de crianças para crianças, em que os mais pequenos vendem os seus livros já lidos e brinquedos usados.

SÁB 4 SET, 15H — 18H (DURAÇÃO: SESSÃO 30 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
ANIMAÇÃO

ENTES DA TERRA

SEISTOPEIA

Programação: Paulo Covas

Um pastor de plantas guia dois espíritos da terra pelos jardins do mundo. Inspirado no conjunto de poemas O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro, este projeto itinerante usa música ao vivo, teatro físico, interação com o público através da linguagem do palhaço e magia. Três personagens trazem uma mensagem atual de urgência em relação ao estado ecológico do planeta Terra e à forma como interagimos socialmente.

SÁB 04 SET, 17H (DURAÇÃO 120 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
TOUR LITERÁRIA

UM CONSULTÓRIO DE LETRAS – RECEITUÁRIO À MODA DO PORTO ROMÂNTICO

Bairro dos Livros

Email para inscrição ou pedidos de informação: geral@bairrodoslivros.com (assunto: Consultório de Letras)

Programação: Paulo Covas

A Feira do Livro do Porto vai ter um consultório romântico que usa os livros e o humor para criar um reencontro com a Literatura do tempo de Júlio Dinis. O que têm em comum a escrita dos autores de hoje, em plena pandemia, e a Literatura que imortalizou a Tuberculose e a Pneumónica? O Bairro dos Livros explica num conjunto de três visitas guiadas e dramatizadas que exploram o período romântico ao longo das ruas do Porto, tendo por base a ideia de que ler é sempre o melhor remédio para todas as maleitas. Pelo meio, vai-se dizendo a mais diversa poesia - também do século XXI -, receitada de forma personalizada a todos os participantes da tour e administrada em cuidadosas doses.

 

Percurso: 1,5 km, a pé, com pausa para degustação, disponibilização de audioguias

Dirigido a adultos

DOM 05 SET, 11H (DURAÇÃO 75 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
TOUR LITERÁRIA

PORTO LITERÁRIO “TROCADO POR MIÚDOS”

Bairro dos Livros

Email para inscrição ou pedidos de informação: geral@bairrodoslivros.com (assunto: Trocado por Miúdos)

Programação: Paulo Covas

É o Mapa que nos leva aonde queremos ou é o caminho? E se formos juntos a imaginar, é mais divertido? Quem foi Júlio Dinis, e também Camilo, Ramalho, Nobre e Eça? A Literatura  da cidade do século XIX trocada por miúdos leva os mais novos a visitar o Porto pelo olhar dos que o escreveram, misturando histórias, livros e personagens reais e ficcionadas. O percurso é guiado por dois atores que não percebem nada de mapas e pelo meio há jogos, músicas originais e atividades para descobrir.

 

Percurso: 1 km, a pé, com pausa para o lanche

Dirigido a famílias com crianças entre os 6 e os 12 anos

Participação limitada a definir mediante a situação pandémica

DOM 5, 14H30—16H30 + 17H30—19H30
LAGO DOS CAVALINHOS
ANIMAÇÃO

MINI PORTO BELO

Um mercadinho de crianças para crianças, em que os mais pequenos vendem os seus livros já lidos e brinquedos usados.

DOM 05 SET, 16H — 18H (DURAÇÃO: SESSÃO 7 MIN.)
TERREIRO DO LAGO
ANIMAÇÃO

ONIROTÓPTERO

Trupe Fandanga

Programação: Paulo Covas

“Onirotóptero” é um espetáculo de marionetas na linha do teatro de Lambe-Lambe, apresentado para apenas uma ou duas pessoas de cada vez durante aproximadamente 7 minutos. O cenário é uma caixa ambulante que pode estar em qualquer espaço. Os espectadores são convidados a sentar-se em pequenos bancos com auscultadores, intimamente ligados à performance e ao marionetista, nesta obra sem palavras e dedicada a todos os públicos. 

DOM 5 SET, 18H (DURAÇÃO 50 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
ANIMAÇÃO

TALVEZ

Companhia Nuvem Voadora

Programação: Paulo Covas

Talvez é um momento clown.

Talvez tudo ou nada pode acontecer.

Talvez os sorrisos aconteçam no inesperado.

Talvez seja possível a felicidade no universo!

Talvez é um momento clown para rua e palco. Uma bicicleta, uma árvore, música e poesia visual são os ingredientes principais desta performance clownesca. Os imprevistos e o improviso acontecem de súbito e o mundo transforma-se num absurdo peculiar e poético. As palavras são poucas ou quase nenhumas, mas a interatividade com publico é uma constante. Afinal... Talvez tudo é possível!!  

SÁB 11 SET, 16H (DURAÇÃO 90 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
ANIMAÇÃO

JARDINS ARRANJADOS

Os Arranjadores

Programação: Paulo Covas

Curtas atuações musicais onde serão utilizados — em estreia pública — os instrumentos desenvolvidos pelos Arranjadores ao longo do último ano. Para lá das atuações musicais, as performances pretendem facilitar a troca de experiências, ideias e informação entre público, músicos e Os Arranjadores, sobre o processo de construção, reconversão e desenvolvimento dos instrumentos. Este é também um convite à ação individual e coletiva na prevenção e redução da produção de lixo pela comunidade.


Direção Artística e Produção: Os Arranjadores

Criação Musical: Luís Bittencourt, Ricardo Coelho e Os Arranjadores

Interpretação: Luís Bittencourt e Ricardo Coelho

Músicos Convidados: Miranda Vukasović e Rita Braga

Técnico de Som: Inês Lamares

Apoio: OPO’Lab

Os Arranjadores são:

Inês Lamares

Miranda Vukasović

David Matos

Augusto Lima

Carolina Semrau

Rodrigo Cardoso


SÁB 11 SET, 15H — 18H (DURAÇÃO: SESSÃO 30 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
ANIMAÇÃO

ENTES DA TERRA

SEISTOPEIA

Programação: Paulo Covas

Um pastor de plantas guia dois espíritos da terra pelos jardins do mundo. Inspirado no conjunto de poemas O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro, este projeto itinerante usa música ao vivo, teatro físico, interação com o público através da linguagem do palhaço e magia. Três personagens trazem uma mensagem atual de urgência em relação ao estado ecológico do planeta Terra e à forma como interagimos socialmente.

DOM 12 SET, 11H (DURAÇÃO 75 MIN.)

AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA ALMEIDA GARRETT

TOUR LITERÁRIA

PORTO LITERÁRIO “TROCADO POR MIÚDOS”

Bairro dos Livros

Email para inscrição ou pedidos de informação: geral@bairrodoslivros.com (assunto: Trocado por miúdos)

Programação: Paulo Covas

É o Mapa que nos leva aonde queremos ou é o caminho? E se formos juntos a imaginar, é mais divertido? Quem foi Júlio Dinis, e também Camilo, Ramalho, Nobre e Eça? A Literatura  da cidade do século XIX trocada por miúdos leva os mais novos a visitar o Porto pelo olhar dos que o escreveram, misturando histórias, livros e personagens reais e ficcionadas. O percurso é guiado por dois atores que não percebem nada de mapas e pelo meio há jogos, músicas originais e atividades para descobrir.

 

Percurso: 1 km, a pé, com pausa para o lanche

Dirigido a famílias com crianças entre os 6 e os 12 anos

DOM 12 SET, 17H — 19H (DURAÇÃO: SESSÃO 7 MIN.)
TERREIRO DO LAGO
ANIMAÇÃO

ONIROTÓPTERO

Trupe Fandanga

Programação: Paulo Covas

Onirotóptero é um espetáculo de marionetas na linha do teatro de Lambe-Lambe, apresentado para apenas uma ou duas pessoas de cada vez durante aproximadamente 7 minutos. O cenário é uma caixa ambulante que pode estar em qualquer espaço. Os espectadores são convidados a sentar-se em pequenos bancos com auscultadores, intimamente ligados à performance e ao marionetista, nesta obra sem palavras e dedicada a todos os públicos. 

INFANTOJUVENIL

SÁB 28 AGO, 11H (DURAÇÃO 35 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA BEBÉS

O SOM DO ALGODÃO

Espetáculos para famílias com bebés 

Dirigidos a famílias com bebés entre os 18 e os 36 meses (acompanhados de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

“CUMULUS” assume-se como uma experiência sensorial e performativa para viver em família. Um espetáculo que convida a conhecer uma nova língua: o sonho. Pensado para a primeira infância, este espetáculo usa como ponto de partida “O Jogo das Nuvens”, de Johann Wolfgang Goethe, abrindo portas a um espaço sem limites e sem barreiras, onde as andorinhas voam para que as nuvens voltem a ter espaço no céu.

SÁB 28 AGO 15H (DURAÇÃO 30 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
À VOLTA DOS LIVROS

HERBÁRIO

Jorge Sousa Braga

Conversa e oficina com autor e ilustrador 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Sala Infantojuvenil da Biblioteca Municipal Almeida Garrett 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Conversa com o autor do livro Herbário, onde todos os poemas são dedicados a flores ou plantas A biodiversidade pelos olhos de um poeta, para quem as árvores são como livros e as florestas imensas bibliotecas.

DOM 29 AGO, 11H (DURAÇÃO 35 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA BEBÉS

O SOM DO ALGODÃO

Espetáculos para famílias com bebés 

Dirigidos a famílias com bebés entre os 18 e os 36 meses (acompanhados de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

“CUMULUS” assume-se como uma experiência sensorial e performativa para viver em família. Um espetáculo que convida a conhecer uma nova língua: o sonho. Pensado para a primeira infância, este espetáculo usa como ponto de partida “O Jogo das Nuvens”, de Johann Wolfgang Goethe, abrindo portas a um espaço sem limites e sem barreiras, onde as andorinhas voam para que as nuvens voltem a ter espaço no céu.

DOM 29 AGO, 17H (DURAÇÃO 45 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA FAMÍLAS

HERBÁRIO

O Som do Algodão

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Sala Infantojuvenil da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Um manifesto poético e musical para crianças e famílias.


A partir do Herbário, de Jorge Sousa Braga, há uma árvore para onde voa uma borboleta e este é apenas o início. A árvore desgovernada, uma orquestra de sons endiabrada e poemas que saltam lá para cima. Tudo sem pré-aviso e com pouca moderação. Uma encruzilhada de histórias e poemas à solta com a primavera à espreita. Uma performance que nos leva, de mão dada, até à floresta. Que nos convida a regressar à terra, às origens, a buscar o sentido nas pequenas coisas. E tu, vens de mão dada connosco?

SEG 30 AGO, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HORA DO CONTO

CONTOS CRIATIVOS!

Hora do Conto seguida de Oficina Criativa com a equipa das BMP

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Convite à fruição da natureza através das páginas de oito livros que ganham vida na voz das narradoras do Serviço Educativo das BMP e das pequenas e criativas mãos das crianças que irão dar novas interpretações a elementos naturais diversos.

TER 31 AGO, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HORA DO CONTO

CONTOS CRIATIVOS!

Hora do Conto seguida de Oficina Criativa com a equipa das BMP

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Convite à fruição da natureza através das páginas de oito livros que ganham vida na voz das narradoras do Serviço Educativo das BMP e das pequenas e criativas mãos das crianças que irão dar novas interpretações a elementos naturais diversos.

QUA 01 SET, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HORA DO CONTO

CONTOS CRIATIVOS!

Hora do Conto seguida de Oficina Criativa com a equipa das BMP

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Convite à fruição da natureza através das páginas de oito livros que ganham vida na voz das narradoras do Serviço Educativo das BMP e das pequenas e criativas mãos das crianças que irão dar novas interpretações a elementos naturais diversos.

QUI 02 SET, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HORA DO CONTO

CONTOS CRIATIVOS!

Hora do Conto seguida de Oficina Criativa com a equipa das BMP

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Convite à fruição da natureza através das páginas de oito livros que ganham vida na voz das narradoras do Serviço Educativo das BMP e das pequenas e criativas mãos das crianças que irão dar novas interpretações a elementos naturais diversos.

SEX 03, 17H (DURAÇÃO 45 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
SESSÃO DE CONTOS

CONFABULAÇÕES À SEXTA

Maria Quintelas

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Uma adaptação para verso, entre o fim do céu e o fim da Terra, da fábula “A Pipa e a Flor”, escrita por Rubem Alves que, com ternura e elegância, propõe a história de um amor impossível para abordar questões fundamentais como a importância da liberdade, as consequências do ciúme desmedido e a coragem que sustenta uma relação onde impera o respeito mútuo e o amor-próprio. 

SÁB 04 SET, 11H (DURAÇÃO 25 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA BEBÉS

HERBARIUM

Ao Cabo Teatro

Espetáculos para famílias com bebés

Dirigidos a famílias com bebés entre os 18 e os 36 meses (acompanhados de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Sou gente pequenina como semente.

Tudo pode acontecer.

Uma menina passeia por uma floresta-herbário e vai ouvindo canções, lengalengas, histórias que as plantas lhe contam. Não é a primeira vez que ela ali vai…ela termina algumas frases, corrige outras ou deixa-se estar à escuta…em silêncio. Percorre os veios das folhas e confunde-se com elas, com as suas cores. Ela também faz parte da coleção!

SÁB 04 SET 15H (DURAÇÃO 30 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
À VOLTA DOS LIVROS

CEM SEMENTES QUE VOARAM

Isabel Minhós Martins

Conversa e oficina com autor e ilustrador 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Sala Infantojuvenil da Biblioteca Municipal Almeida Garrett 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Uma árvore está à espera, esperançosa…


O que espera ela?

O dia ideal para lançar as sementes.

O dia certo, o dia tal.

O dia chega, mas a aventura ainda só está a começar…Porque, se nos pusermos a fazer contas, das cem sementes que voaram, quantas cairão em bom solo? Quantas serão comidas por pássaros? Quantas acabarão no fundo de um rio? Quantas se transformarão, finalmente, numa árvore adulta?


Nesta conversa procuramos inspiração nas histórias das sementes para falarmos de resiliência, criatividade e esperança: na natureza e dentro de nós.

O que gostaríamos de ver crescer a partir delas? Que flores e frutos gostaríamos de cheirar e provar? De que sementes está este mundo a precisar?

DOM 05 SET, 11H (DURAÇÃO 25 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA BEBÉS

HERBARIUM

Ao Cabo Teatro

Espetáculos para famílias com bebés

Dirigidos a famílias com bebés entre os 18 e os 36 meses (acompanhados de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Sou gente pequenina como semente.

Tudo pode acontecer.

Uma menina passeia por uma floresta-herbário e vai ouvindo canções, lengalengas, histórias que as plantas lhe contam. Não é a primeira vez que ela ali vai…ela termina algumas frases, corrige outras ou deixa-se estar à escuta…em silêncio. Percorre os veios das folhas e confunde-se com elas, com as suas cores. Ela também faz parte da coleção!

DOM 5 SET, 17H (DURAÇÃO 45 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA FAMÍLIAS

HERBARIUM

Ao Cabo Teatro

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Uma menina passeia na floresta. Uma folha passeia nas páginas de um livro. A páginas tantas encontram-se, as duas, presas às folhas de um herbário, de um catálogo…

O que é que há de planta em mim? — pergunta a menina baixinho.

O que posso eu dizer? — diz a folha num sussurro.

Quanto mais me cresço, mais me enterro! — ouve-se pensar.

Vou ou fico?

Deixa-te estar!

SEG 06 SET, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CONTOS CRIATIVOS!

CONTOS CRIATIVOS!

Hora do Conto seguida de Oficina Criativa com a equipa das BMP

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Convite à fruição da natureza através das páginas de oito livros que ganham vida na voz das narradoras do Serviço Educativo das BMP e das pequenas e criativas mãos das crianças que irão dar novas interpretações a elementos naturais diversos.

TER 07 SET, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HORA DO CONTO

CONTOS CRIATIVOS!

Hora do Conto seguida de Oficina Criativa com a equipa das BMP

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Convite à fruição da natureza através das páginas de oito livros que ganham vida na voz das narradoras do Serviço Educativo das BMP e das pequenas e criativas mãos das crianças que irão dar novas interpretações a elementos naturais diversos.

QUA 08 SET, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HORA DO CONTO

CONTOS CRIATIVOS!

Hora do Conto seguida de Oficina Criativa com a equipa das BMP

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Convite à fruição da natureza através das páginas de oito livros que ganham vida na voz das narradoras do Serviço Educativo das BMP e das pequenas e criativas mãos das crianças que irão dar novas interpretações a elementos naturais diversos.

QUI 09 SET, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HORA DO CONTO

CONTOS CRIATIVOS!

Hora do Conto seguida de Oficina Criativa com a equipa das BMP

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Convite à fruição da natureza através das páginas de oito livros que ganham vida na voz das narradoras do Serviço Educativo das BMP e das pequenas e criativas mãos das crianças que irão dar novas interpretações a elementos naturais diversos.

SEX 10 SET, 17H (DURAÇÃO 45 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
SESSÃO DE CONTOS

CONFABULAÇÕES À SEXTA

Maria Quintelas

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Uma adaptação para verso, entre o fim do céu e o fim da Terra, da fábula “A Pipa e a Flor”, escrita por Rubem Alves que, com ternura e elegância, propõe a história de um amor impossível para abordar questões fundamentais como a importância da liberdade, as consequências do ciúme desmedido e a coragem que sustenta uma relação onde impera o respeito mútuo e o amor-próprio. 

SÁB 11 SET, 11H (DURAÇÃO 45 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA BEBÉS

ESTRANHÕES E BIZARROCOS

Teatro do Bolhão

Espetáculos para famílias com bebés

Dirigidos a famílias com bebés entre os 18 e os 36 meses (acompanhados de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Espetáculo de Teatro baseado na obra de José Eduardo Agualusa

Na companhia de Estranhões e Bizarrocos e outros seres sem exemplo, voamos para ‘O País dos Contrários’, conhecemos ‘O pai que se tornou mãe’ e ouvimos contar a história de ‘O primeiro pirilampo do mundo’. As palavras de José Eduardo Agualusa permitem-nos ler e escrever o mundo interior das crianças e o mundo em que elas se movimentam, num tempo só por elas habitado, no qual todas as coisas duram para sempre

SÁB 11 SET 15H (DURAÇÃO 30 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
À VOLTA DOS LIVROS

A NUVEM

Rita Canas Mendes

Conversa e oficina com autor e ilustrador 

Dirigida a crianças M/6 anos (acompanhadas de 1 adulto) 

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt 

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes 

Certo dia, o vento desapareceu e uma nuvem instalou-se no céu, mesmo por cima de uma estrada. E assim permaneceu, estática, dias a fio. O fenómeno depressa chamou a atenção de toda a gente. Seria milagre, prenúncio de catástrofe ou somente poluição? As teorias multiplicaram-se, e a discórdia não tardou. Até que, um dia, a desconcertante ordem natural das coisas acabou por se impor. E, afinal, quem é que nunca viu algo numa nuvem? Há quem veja coelhos e elefantes, há quem preveja chuva, há quem imagine teorias da conspiração...

DOM 12 SET, 11H (DURAÇÃO 45 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA BEBÉS

ESTRANHÕES E BIZARROCOS

Teatro do Bolhão

Espetáculos para famílias com bebés

Dirigidos a famílias com bebés entre os 18 e os 36 meses (acompanhados de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Espetáculo de Teatro baseado na obra de José Eduardo Agualusa

Na companhia de Estranhões e Bizarrocos e outros seres sem exemplo, voamos para ‘O País dos Contrários’, conhecemos ‘O pai que se tornou mãe’ e ouvimos contar a história de ‘O primeiro pirilampo do mundo’. As palavras de José Eduardo Agualusa permitem-nos ler e escrever o mundo interior das crianças e o mundo em que elas se movimentam, num tempo só por elas habitado, no qual todas as coisas duram para sempre

DOM 12 SET, 17H (DURAÇÃO 40 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA FAMÍLIAS

ESTRANHÕES E BIZARROCOS

Ao Cabo Teatro

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Espetáculo de Teatro baseado na obra de José Eduardo Agualusa

PALAVRA SOPRADA
TER 31 AGO, 17H (DURAÇÃO 40 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
PALAVRA SOPRADA

ECOS DA BIBLIOTECA SONORA: A CADA FLOR QUE FENECE

Júlio Dinis, Poesias, 1839-1871 

Núcleo de Programação do Museu da Cidade

Assim mesmo, com um verso do próprio Júlio Dinis como mote e guarida, o programa Ecos da Biblioteca Sonora regressa este ano para mais um momento de revelação em espaço público do maravilhoso trabalho invisível realizado por um conjunto de pessoas cuja missão é tornar a leitura possível para aqueles dentre nós que não têm ou perderam a faculdade da visão. Situada desde o princípio dos anos 1970 na Biblioteca Pública Municipal do Porto, a Biblioteca Sonora tornou-se, em 2019, uma das estações do Museu da Cidade e não só prossegue a sua vocação primeira como vê ampliada a sua tarefa de propagação sónica à escala da cidade. 

Na Concha Acústica reúne-se um conjunto de leitores que dão corpo às palavras de Júlio Dinis, agora aladas e feitas coro polifónico. Os excertos escolhidos são extraídos do imenso e incomparável trabalho de re-visitação e compilação feito por Ilda David, no seu livro-agenda “Imaginário. Júlio Dinis”, edição conjunta Câmara Municipal do Porto – Museu da Cidade / Documenta. 

TER 31 AGO, 19H (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PALAVRA SOPRADA

AS ESTAÇÕES DA VIDA

Uma criação de João Sousa Cardoso

Leitura de Agustina Bessa-Luís por Ana Deus 

Produção: Círculo Literário Agustina Bessa-Luís

Sendo Agustina Bessa-Luís (1922-2019), uma escritora indissociável da cidade do Porto no século XX – o Porto não é um lugar é um sentimento, escreveu – As Estações da Vida é um espetáculo na forma de uma leitura encenada dedicada à autora, contributo para que a sua voz continue presente, antecipando a comemoração do centenário do seu nascimento que se celebra no próximo ano. 

Seguindo uma linha dramatúrgica límpida e coerente, a leitura parte de uma seleção de excertos de As Estações da Vida, ensaio de 2002 sobre a experiência da linha ferroviária do Douro que se estendia da Estação de São Bento no Porto a Barca de Alva na fronteira com Espanha, das gares que a acompanham e os seus viajantes, da paisagem natural habitada pelos trabalhadores. 

O caminho de ferro, paradigma da modernidade industrial e da conquista da técnica de Oitocentos, é um meio de transporte associado ao ideário romântico e hoje gradualmente recuperado numa nova perspetiva ecológica de revalorização da vivência da viagem por terra e com tempo, devolvendo a atenção da observação e o conhecimento dos lugares. As descrições agudas e a reflexão sempre surpreendente de Agustina convocam neste texto um olhar que reúne os saberes da Antropologia, da Psicologia e da História, especulando sobre a geografia cultural do Douro e os seus habitantes. “Os azulejos (das estações) contam toda uma poesia que não é épica, é o viver de todos os dias, é um sermão sem sotaina, é um contrato social sem filosofia.” 

A leitura em cena com a interpretação de Ana Deus (ex-Ban, Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso) cruzará a voz ao vivo com material sonoro em que a voz da própria Agustina em registo áudio, explora a presença e a ausência, as qualidades visuais do teatro e a espectralidade. 

O espetáculo com a duração de cerca de 60 minutos propõe-se aproximar os leitores habituais da autora e um novo público mais jovem, nomeadamente a comunidade universitária da cidade, que possa assim tomar contacto, por via do espetáculo, com a obra de Agustina e aventurar-se na sua leitura. 

TER 7 SET, 17H (DURAÇÃO 40 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
PALAVRA SOPRADA

ECOS DA BIBLIOTECA SONORA: A CADA FLOR QUE FENECE

Júlio Dinis, Poesias, 1839-1871


Núcleo de Programação do Museu da Cidade

Assim mesmo, com um verso do próprio Júlio Dinis como mote e guarida, o programa Ecos da Biblioteca Sonora regressa este ano para mais um momento de revelação em espaço público do maravilhoso trabalho invisível realizado por um conjunto de pessoas cuja missão é tornar a leitura possível para aqueles dentre nós que não têm ou perderam a faculdade da visão. Situada desde o princípio dos anos 1970 na Biblioteca Pública Municipal do Porto, a Biblioteca Sonora tornou-se, em 2019, uma das estações do Museu da Cidade e não só prossegue a sua vocação primeira como vê ampliada a sua tarefa de propagação sónica à escala da cidade. 

Na Concha Acústica reúne-se um conjunto de leitores que dão corpo às palavras de Júlio Dinis, agora aladas e feitas coro polifónico. Os excertos escolhidos são extraídos do imenso e incomparável trabalho de re-visitação e compilação feito por Ilda David, no seu livro-agenda “Imaginário. Júlio Dinis”, edição conjunta Câmara Municipal do Porto – Museu da Cidade / Documenta. 

QUI 9 SET, 22H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DO SUPER BOCK ARENA — PAVILHÃO ROSA MOTA
PALAVRA SOPRADA

QUINTAS DE LEITURA: ANJOS FERIDOS NA RAÍZ

Um Recital com Bolinha Vermelha ao Canto da Noite

# Para maiores de 16 anos

Programador: João Gesta

No ano do seu 50º aniversário, escolhemos um verso de Daniel Faria para dar o mote a esta sessão do ciclo poético Quintas de Leitura, realizada no âmbito da programação da Feira do Livro do Porto 2021.

Alguns poetas, “negros paridores da luz”, atravessam a escuridão e, muitas vezes, criam a “expensas da morte”. Desandam cedo da vida, asfixiados por este país-menino. Malditos, uns. Incómodos, todos. “Gente com dente, gente que enterra o dente, gente que mostra o dente”, como reclamava Ana Hatherly. Ostracizados, inadaptados à realidade, escrevem versos profundos sobre o amor, a solidão, a morte, carregando na veia o logro da existência. Alguns passaram as suas vidas em instituições psiquiátricas, outros abordaram de modo explícito a sua homossexualidade, outros, ainda, viram os seus livros apreendidos e mesmo queimados ou terminaram os dias na miséria, vivendo da caridade alheia.

Este recital revela o fulgor poético destes homens inquietos, gente que nos deixou “versos mais rijos que ossos”.

Dias antes de morrer, Dinis Albano, aliás Sebastião Alba, um dos poetas convocados para esta sessão, deixa um bilhete dirigido a um amigo: Se um dia encontrarem morto “o teu irmão Dinis”, o espólio será fácil de verificar: dois sapatos, a roupa do corpo e alguns papéis que a polícia não entenderá”. É neste universo convulsivo que florescerá este serão poético, palco natural destes homens que “escolheram a escrita como um meio de desesperar”.

 

Eles não vos prometem o céu:

Antero de Quental, Gomes Leal, Camilo Pessanha, Ângelo de Lima, Judith Teixeira, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca, António Botto, Ruy Cinatti, Mário-Henrique Leiria, Luiz Pacheco, Pedro Oom, António Maria Lisboa, Manuel de Castro, Fernando Assis Pacheco, Vítor Silva Tavares, Luiza Neto Jorge, João César Monteiro, Fernando Madureira, António Gancho, Sebastião Alba, Rui Caeiro, João Damasceno, Joaquim Castro Caldas, Luís Miguel Nava, Paulo Abrunhosa, Daniel Faria e Rui Costa.

 

Ao grito da noite:

António Carlos Cortez – intróito

Cristiana Sabino, Sandra Salomé, Sofia Saldanha, Susana Sá, António Durães e Isaque Ferreira – leituras

Miguel Amaral (guitarra portuguesa) - música

CruDe (Ana Clément, Dulce Moreira, Mariana Santos) - música

J.P. Simões (a solo) – música

Refira-se, por fim, que a imagem da sessão é da autoria do jovem fotógrafo Lisboeta Italiano, recentemente falecido com apenas 25 anos. O artista pertencia ao Colectivo Prometeu.


Catarina Mesquita, produtora executiva 

Luísa Osório, assistente de coordenação técnica

SEX 10 SET, 21H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PALAVRA SOPRADA

AS ESTAÇÕES DA VIDA

Uma criação de João Sousa Cardoso

Leitura de Agustina Bessa-Luís por Ana Deus 

Produção: Círculo Literário Agustina Bessa-Luís

Sendo Agustina Bessa-Luís (1922-2019), uma escritora indissociável da cidade do Porto no século XX – o Porto não é um lugar é um sentimento, escreveu – As Estações da Vida é um espetáculo na forma de uma leitura encenada dedicada à autora, contributo para que a sua voz continue presente, antecipando a comemoração do centenário do seu nascimento que se celebra no próximo ano. 

Seguindo uma linha dramatúrgica límpida e coerente, a leitura parte de uma seleção de excertos de As Estações da Vida, ensaio de 2002 sobre a experiência da linha ferroviária do Douro que se estendia da Estação de São Bento no Porto a Barca de Alva na fronteira com Espanha, das gares que a acompanham e os seus viajantes, da paisagem natural habitada pelos trabalhadores. 

O caminho de ferro, paradigma da modernidade industrial e da conquista da técnica de Oitocentos, é um meio de transporte associado ao ideário romântico e hoje gradualmente recuperado numa nova perspetiva ecológica de revalorização da vivência da viagem por terra e com tempo, devolvendo a atenção da observação e o conhecimento dos lugares. As descrições agudas e a reflexão sempre surpreendente de Agustina convocam neste texto um olhar que reúne os saberes da Antropologia, da Psicologia e da História, especulando sobre a geografia cultural do Douro e os seus habitantes. “Os azulejos (das estações) contam toda uma poesia que não é épica, é o viver de todos os dias, é um sermão sem sotaina, é um contrato social sem filosofia.” 

A leitura em cena com a interpretação de Ana Deus (ex-Ban, Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso) cruzará a voz ao vivo com material sonoro em que a voz da própria Agustina em registo áudio, explora a presença e a ausência, as qualidades visuais do teatro e a espectralidade. 

O espetáculo com a duração de cerca de 60 minutos propõe-se aproximar os leitores habituais da autora e um novo público mais jovem, nomeadamente a comunidade universitária da cidade, que possa assim tomar contacto, por via do espetáculo, com a obra de Agustina e aventurar-se na sua leitura. 

FEIRA DA ALEGRIA
SÁB 4 SET, 11H — 21H
TERREIRO DA BIBLIOTECA
FEIRA DA ALEGRIA

A FEIRA DO LIVRO CONVIDA A FEIRA DA ALEGRIA

Ana Reuss e Gonçalo Duarte, Ana Seixas, Ana Torrie, Apre, Bazar Esquisito, Bergado Colectivo, Bábara R, Carolina Celas, Carolina Garfo, Cecília de Fátima, David Penela, Dose, Edições Amateur, Edições da Ruína, Erva Daninha, Fojo, Gabinete Paratextual, Henrique Apolinário, Homem do Saco, Imprensa Canalha, Joana Carneiro, Joaquim Pires, Lacon con Grelos, Lovers & Lollypops, MAGO studio, Margo, Mariana Malhão, Mariana Miserável, Massacre, Massapê, Nada Pouco Quase Muito, Nicolau, O Gorila, Oficina Arara, Oficina Atalaia, Oficina Mescla, Oficina do Cego, Onagore, Revista Prego, Rita Mota, Sismógrafo, Stolen Books, Strane Edizione, Uma Joana 

Programação: Rui Silva, Mariana Malhão, José Peneda 

A Feira da Alegria — mercado de edição, transumância gráfica e escatologia comercial — reúne coletivos que se expressam através do múltiplo gráfico: serigrafia, gravura, tipografia, ilustração, fotocópia e artefactos com inscrição incerta. A Alegria distingue-se por privilegiar fenómenos de comunicação lenta, opaca e texturada, numa combinação heurística entre artes visuais, som e literatura. A amálgama gráfica de objetos com um tempo de publicação definido pelo acidente e pela ocasião é um desafio criativo para quem publica e para quem vê que promete alegrar esta nova edição da Feira do Livro. 

DOM 5 SET, 11H — 21H
TERREIRO DA BIBLIOTECA
FEIRA DA ALEGRIA

A FEIRA DO LIVRO CONVIDA A FEIRA DA ALEGRIA

Ana Reuss e Gonçalo Duarte, Ana Seixas, Ana Torrie, Apre, Bazar Esquisito, Bergado Colectivo, Bábara R, Carolina Celas, Carolina Garfo, Cecília de Fátima, David Penela, Dose, Edições Amateur, Edições da Ruína, Erva Daninha, Fojo, Gabinete Paratextual, Henrique Apolinário, Homem do Saco, Imprensa Canalha, Joana Carneiro, Joaquim Pires, Lacon con Grelos, Lovers & Lollypops, MAGO studio, Margo, Mariana Malhão, Mariana Miserável, Massacre, Massapê, Nada Pouco Quase Muito, Nicolau, O Gorila, Oficina Arara, Oficina Atalaia, Oficina Mescla, Oficina do Cego, Onagore, Revista Prego, Rita Mota, Sismógrafo, Stolen Books, Strane Edizione, Uma Joana 

Programação: Rui Silva, Mariana Malhão, José Peneda 

A Feira da Alegria — mercado de edição, transumância gráfica e escatologia comercial — reúne coletivos que se expressam através do múltiplo gráfico: serigrafia, gravura, tipografia, ilustração, fotocópia e artefactos com inscrição incerta. A Alegria distingue-se por privilegiar fenómenos de comunicação lenta, opaca e texturada, numa combinação heurística entre artes visuais, som e literatura. A amálgama gráfica de objetos com um tempo de publicação definido pelo acidente e pela ocasião é um desafio criativo para quem publica e para quem vê que promete alegrar esta nova edição da Feira do Livro. 

EXPOSIÇÃO

A PARTIR DE SEX 27 AGO, ABERTURA 17H30 (HORÁRIO FL)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
EXPOSIÇÃO

MUSEU DA CIDADE — GABINETE GRÁFICO: ERRATA

Curadoria: Isabel Duarte e Olinda Martins

Onde estão as mulheres na história do design? Porque foram esquecidas as mulheres que se notabilizaram durante a sua carreira? Que mecanismos permitiram estas lacunas?

Errata é um projeto de investigação que pretende dar resposta a estas questões através de publicações, podcasts e apresentações públicas. Nesta exposição inaugural apresenta-se o trabalho de mulheres designers do século XX que estão ausentes na história do design português, lançando um olhar crítico sobre os mecanismos que consentem e propagam essas omissões. www.errata.design

SATÉLITES

SEG A SÁB 27 AGO A 12 SET, 10H — 18H
PRAÇA DO MARQUÊS DE POMBAL
SATÉLITES

BIBLIOTECA POPULAR DE PEDRO IVO

Projetada e executada pelo arquiteto Bernardino Basto Fabião (1912-1998), ao serviço da Câmara Municipal do Porto, a Biblioteca Popular de Pedro Ivo foi inaugurada em janeiro de 1948, em pleno Jardim da Praça Marquês do Pombal, e esteve primeiramente destinada a servir camadas menos literatas da população, e mais tarde, transformada em biblioteca infantojuvenil. Este edifício, resgatado para uso público e cultural pelo município desde abril deste ano, prossegue o seu trilho de regresso à génese da sua construção, e de resposta aos apelos da comunidade para recuperar aquele espaço público: uma pequena biblioteca que se abre a uma praça e a um jardim. 

Depois de duas incursões trimestrais do projeto Rádio Estação – Rádio Nómada neste espaço (num gesto de evocação da dimensão sonora da transmissão oral e de escuta; como reforço das dinâmicas de socialização e dos laços entre comunidades e gerações que a localização privilegiada da biblioteca propicia), o Museu da Cidade homenageia agora Pedro Ivo no âmbito da Feira do Livro de uma forma duplamente terna: tornando-a temporariamente uma verdadeira biblioteca – devolvendo, à letra , o espaço ao seu desígnio primeiro, e onde se pode consultar grande parte dos livros que estavam disponíveis ao leitor nos seus dois anteriores períodos. E mostrando, também, algum do trabalho de pesquisa documental, fotográfico e literário que o Museu da Cidade tem vindo a realizar juntamente com os herdeiros do escritor que, na sua generosidade, têm vindo a lançar luz sobre este homem e sobre este artista, e revelando, entre a intimidade e o trabalho intelectual, a rede que une Pedro Ivo aos seus contemporâneos e à cidade do Porto, e até, imagine-se, à figura central da Feira do Livro deste ano: Júlio Dinis. 

A PARTIR DE SÁB 28 AGO / TER A SEX, 10H—17H30, SÁB E DOM, 10H—21H
QUINTA DA MACIEIRINHA ANTIGO MUSEU ROMÂNTICO
SATÉLITES

MUSEU DA CIDADE — EXTENSÃO DO ROMANTISMO

“QUANDO A TERRA VOLTAR A BRILHAR VERDE PARA TI”

Núcleo de Programação do Museu da Cidade

Entrada Gratuita durante a Feira do Livro

A tematização do mundo natural foi o mote, o modo criativo, a energia, o fogo que alimentou a produção artística e literária romântica e que serve de pano de fundo para a abertura da Extensão do Romantismo. 

Desde o início do projeto do Museu da Cidade que o tema da relação do museu com a natureza se impôs mais do que como uma evidência, como uma urgência: como, num mundo ameaçado de extinção pela ação do homem, não pensar o museu como um lugar em urgência de metamorfose? 

O antigo Museu Romântico despe-se dos seus adereços de casa burguesa Oitocentista abrindo-se a um novo tempo, sintonizando-se com a contemporaneidade, auscultando o Romantismo mais como persistência espiritual transtemporal e trans-histórica e menos como sintoma ou sinal de um determinado tempo. 

Altitudes e abismos, diferenças de temperatura, intensidades e forças criativas: a experiência romântica do mundo é, por condição, excessiva, visionária e elegíaca. 

A exposição, que toma como título um verso do poeta alemão Hölderlin, também usado pela dupla de cineastas Jean Marie Straub e Danièle Huillet para o seu filme sobre a morte do filósofo grego Empédocles, apresenta o Herbário de Júlio Dinis em diálogo com desenhos e esculturas de Rui Chafes, Ilda David’, Teixeira de Pascoaes, Manuel Rosa e Lourdes Castro; pinturas murais de José Almeida Pereira, realizadas a partir de obras de artistas ligados ao imaginário romântico; e composição sonora original de Jonathan Uliel Saldanha e Pedro Monteiro. 

RÁDIO
SEX 27 DE AGO A DOM 12 DE SET (HORÁRIO FL)
PAVILHÃO DA RÁDIO
RÁDIO

RÁDIO ESTAÇÃO

NO AR E EM:

Frequência(MHz) > 96.3 FM 

e em www.museudacidadeporto.pt/sitio-invisivel/

Núcleo de Programação do Museu da Cidade

De regresso aos Jardins do Palácio de Cristal após a estreia na edição da Feira do Livro do ano passado, a Rádio Estação será um posto de emissão constante e um ponto de encontro obrigatório para criadores, pensadores, editores e autores durante os 17 dias de duração do evento. 

Câmara de ressonância e estúdio de gravação, a Rádio tem este ano um novo espaço a partir de onde serão emitidas paisagens sonoras e palavras sopradas, e onde faremos entrevistas, leituras, pequenos concertos, conversas em torno de projetos editoriais mais ou menos recentes. 

Em destaque, o enfoque sobre a ARCA, programa regular da grelha da Rádio Estação que durante o evento, e com curadoria da Matéria Prima, reclama espaço para a mais nova geração de músicos ligados à dinâmica e vibrante cena sonora da cidade do Porto.