FEIRA DO LIVRO


LIÇÕES
DUETOS
CONVERSAS
OFICINAS
CONCERTOS
CINEMA
ANIMAÇÃO
INFANTOJUVENIL
PALAVRA SOPRADA
FEIRA DA ALEGRIA
EXPOSIÇÃO
SATÉLITES
RÁDIO

Limpar Filtros

OK

HOJE

DOM 12 SET, 11H (DURAÇÃO 75 MIN.)

LOCAL AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA

TOUR LITERÁRIA

PORTO LITERÁRIO “TROCADO POR MIÚDOS”

Bairro dos Livros

Email para inscrição ou pedidos de informação: geral@bairrodoslivros.com (assunto: Trocado por miúdos)

Programação: Paulo Covas

É o Mapa que nos leva aonde queremos ou é o caminho? E se formos juntos a imaginar, é mais divertido? Quem foi Júlio Dinis, e também Camilo, Ramalho, Nobre e Eça? A Literatura  da cidade do século XIX trocada por miúdos leva os mais novos a visitar o Porto pelo olhar dos que o escreveram, misturando histórias, livros e personagens reais e ficcionadas. O percurso é guiado por dois atores que não percebem nada de mapas e pelo meio há jogos, músicas originais e atividades para descobrir.

 

Percurso: 1 km, a pé, com pausa para o lanche

Dirigido a famílias com crianças entre os 6 e os 12 anos

DOM 12 SET, 11H—13H, 15H—17H
LAGO DOS CAVALINHOS
OFICINAS

HISTÓRIAS DA NATUREZA E A NATUREZA DAS HISTÓRIAS

OFICINA DE ARTES PLÁSTICAS

BURILAR

Um livro é normalmente um objeto que conta uma história… E se fosses tu a construí-lo através das memórias deste espaço cheio de vida que é o Jardim do Palácio de Cristal? Já viste como as plantas que aqui habitam podem ter tantas cores e formas?  Nesta oficina vamos homenagear Júlio Dinis, lembrando o seu herbário, que poucos conhecem e aprender a fazer este livro tão especial. Vamos conhecer as folhas e flores presentes no jardim, observando-as mais de perto e, passo a passo, construir um livro único que poderemos levar para casa. 

DOM 12 SET, 11H (DURAÇÃO 45 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA BEBÉS

ESTRANHÕES E BIZARROCOS

Teatro do Bolhão

Espetáculos para famílias com bebés

Dirigidos a famílias com bebés entre os 18 e os 36 meses (acompanhados de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Espetáculo de Teatro baseado na obra de José Eduardo Agualusa

Na companhia de Estranhões e Bizarrocos e outros seres sem exemplo, voamos para ‘O País dos Contrários’, conhecemos ‘O pai que se tornou mãe’ e ouvimos contar a história de ‘O primeiro pirilampo do mundo’. As palavras de José Eduardo Agualusa permitem-nos ler e escrever o mundo interior das crianças e o mundo em que elas se movimentam, num tempo só por elas habitado, no qual todas as coisas duram para sempre

DOM 12 SET, 11H30 (DURAÇÃO 60 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
LIÇÕES

OS DOIS EMPÉDOCLES: O HISTÓRICO E O INTEMPESTIVO, POR SOUSA DIAS

Programação: Nuno Faria

Não há um Empédocles, mas dois ou, antes, duas imagens, dois retratos espirituais muito diferentes do filósofo. Há o Empédocles da tradição doxográfica, da história da filosofia, e um dos nomes inaugurais dessa história, autor de um original poema filosófico Sobre a Natureza do qual só restam uns quantos fragmentos. E há depois, configurado entre factos e lendas, um outro Empédocles, vivo, intempestivo, "eterno": o de Hölderlin, de Nietzsche e do cinema de Straub/Huillet, os quais nos mostram, cada um a seu modo, em que é que nós somos, ainda, empedocleanos. 

DOM 12 SET, 16H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ROMANTISMO PARA ALÉM DO ROMANTISMO

ENTRE ARDER E DURAR NA CIÊNCIA

André Moitinho

Coordenação: Gonçalo M. Tavares

“Quem quer algo infinito não sabe o que quer”, escreveu Friedrich Schlegel. No entanto, logo a seguir, acrescentou: “Mas este enunciado não pode inverter-se.” É isso mesmo: quem não quer o infinito também não sabe o que quer. E destes – os que não querem o infinito - podemos dizer, certamente: querem pouco.

O que são os românticos do século XXI? Talvez isto: são os que querem muito, são os que talvez queiram demais, mas nunca de menos. Não irão falhar por sovinice, pela cautela que se resguarda dos grandes instantes. Pelo contrário. Falhar por excesso, eis a falha que talvez nunca envergonhe ninguém. Falhar por via da generosidade, eis o grande romântico, antigo e contemporâneo.

Romantismo para além do romantismo. Sem pensarmos em épocas nem em grandes definições definitivas. Como hoje podemos falar do romantismo nas diferentes áreas criativas e na ciência? O que é hoje ser romântico? Ir até aos limites? Ser utópico? Não dar atenção à utilidade? Colocar-se numa posição exterior ao capitalismo? Estudar as nuvens?

Entre arder e durar, dizia Barthes, eis uma das questões essenciais. Aí estamos, nessa hesitação, quase sempre. Arder: a grande intensidade que muitas vezes é insuportável durante muito tempo; e a duração que prolonga algo – um projecto, uma ideia, um amor - a baixas intensidades. Baixa intensidade, sim, mas uma força que não termina, a duração. Partindo deste ponto de vista, Platão talvez seja o primeiro dos românticos, assumindo-se então o destino como aquilo que não tem alternativa e por isso atinge a intensidade máxima em oposição ao mundo das infinitas alternativas, mas de pequena turbulência.

Neste ciclo de quatro dias, coordenado por Gonçalo M. Tavares, o centro será o tema: Romantismo para além do romantismo - Entre Arder e Durar.

O que é o romantismo contemporâneo na Dança, na Arte, no Teatro e na Ciência? O que está a durar? O que está a arder?

Este ciclo caminhará no espaço que existe entre a linguagem e a imagem. Os convidados mostrarão imagens de dança, teatro, arte e ciência enquanto a conversa se desenrola. As imagens que nos fazem pensar. As imagens que ardem e as imagens que duram. Este ciclo rodeia, assim, o duplo espaço da conversa e da conferência procurando um tempo em que a imagem pensa com o auxílio das palavras e em que as palavras mostram com o auxílio das imagens. Imagens com alta intensidade e imagens que duram. Linguagem que arde e nos seduz, e linguagem discreta mas que resiste.

DOM 12 SET, 17H (DURAÇÃO 60 MIN.)
LAGO DOS CAVALINHOS
CONCERTOS

VAMOS IMAGINAR UM BAIRRO DE LUZ

BALLETEATRO

Ana Clara Silva, Ana Rita Alves, Francisca Costa, Iris Carvalho, José Machado, Lisandro Costa, Lucas Mendes, Maria Clara Mendes, Nair Mateus, Sara Silva. Banda Convidada: Oupa Cerco.

O concerto Vamos Imaginar um Bairro de Luz insere-se no programa de residências artísticas, com o mesmo nome, um projeto apoiado pela Câmara Municipal do Porto, Domus Social – Empresa de Habitação e Manutenção do Município do Porto, através de AIIA Abordagem Integrada para a Inclusão Ativa. Este é um concerto de fecho de um ciclo de trabalho realizado pela equipa artística ao longo de muitos meses, marcando também a última das três residências artísticas desenhadas para o bairro Cerco do Porto. O trabalho desenvolvido teve como foco: escrita, canto, movimento e composição musical, resultando seis temas, cinco deles originais e uma adaptação. Da residência destaca-se ainda a edição de um CD, um teaser e um videoclip.


Nesta 3ª edição, há dois temas compostos por artistas convidados: Catarina Sá Ribeiro e Pedro Abrunhosa, com adaptação de Jorge Queijo. Para este concerto, o balleteatro convida Oupa Cerco.


Direção e coordenação artística das residências: Isabel Barros

Direção musical: Jorge Queijo com a participação de Rita Pinheiro e Sérgio Filipe

Coreografia: Sónia Cunha

Direção Técnica: Alberto Lopes

Artistas Convidados: Catarina Sá Ribeiro e Pedro Abrunhosa

Assistente de Projeto: Lúcia Ribeiro

Produção: balleteatro

DOM 12 SET, 17H (DURAÇÃO 90 MIN.)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
ROMANTISMO PARA ALÉM DO ROMANTISMO

ENTRE ARDER E DURAR NA LITERATURA

Síntese final do ciclo por Gonçalo M. Tavares

Coordenação: Gonçalo M. Tavares

“Quem quer algo infinito não sabe o que quer”, escreveu Friedrich Schlegel. No entanto, logo a seguir, acrescentou: “Mas este enunciado não pode inverter-se.” É isso mesmo: quem não quer o infinito também não sabe o que quer. E destes – os que não querem o infinito - podemos dizer, certamente: querem pouco.

O que são os românticos do século XXI? Talvez isto: são os que querem muito, são os que talvez queiram demais, mas nunca de menos. Não irão falhar por sovinice, pela cautela que se resguarda dos grandes instantes. Pelo contrário. Falhar por excesso, eis a falha que talvez nunca envergonhe ninguém. Falhar por via da generosidade, eis o grande romântico, antigo e contemporâneo.

Romantismo para além do romantismo. Sem pensarmos em épocas nem em grandes definições definitivas. Como hoje podemos falar do romantismo nas diferentes áreas criativas e na ciência? O que é hoje ser romântico? Ir até aos limites? Ser utópico? Não dar atenção à utilidade? Colocar-se numa posição exterior ao capitalismo? Estudar as nuvens?

Entre arder e durar, dizia Barthes, eis uma das questões essenciais. Aí estamos, nessa hesitação, quase sempre. Arder: a grande intensidade que muitas vezes é insuportável durante muito tempo; e a duração que prolonga algo – um projecto, uma ideia, um amor - a baixas intensidades. Baixa intensidade, sim, mas uma força que não termina, a duração. Partindo deste ponto de vista, Platão talvez seja o primeiro dos românticos, assumindo-se então o destino como aquilo que não tem alternativa e por isso atinge a intensidade máxima em oposição ao mundo das infinitas alternativas, mas de pequena turbulência.

Neste ciclo de quatro dias, coordenado por Gonçalo M. Tavares, o centro será o tema: Romantismo para além do romantismo - Entre Arder e Durar.

O que é o romantismo contemporâneo na Dança, na Arte, no Teatro e na Ciência? O que está a durar? O que está a arder?

Este ciclo caminhará no espaço que existe entre a linguagem e a imagem. Os convidados mostrarão imagens de dança, teatro, arte e ciência enquanto a conversa se desenrola. As imagens que nos fazem pensar. As imagens que ardem e as imagens que duram. Este ciclo rodeia, assim, o duplo espaço da conversa e da conferência procurando um tempo em que a imagem pensa com o auxílio das palavras e em que as palavras mostram com o auxílio das imagens. Imagens com alta intensidade e imagens que duram. Linguagem que arde e nos seduz, e linguagem discreta mas que resiste.

DOM 12 SET, 17H (DURAÇÃO 40 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA FAMÍLIAS

ESTRANHÕES E BIZARROCOS

Ao Cabo Teatro

Dirigida a crianças M/3 anos (acompanhadas de 1 adulto)

Inscrição prévia: bmp@cm-porto.pt

Programação: Inês Vila e Marta Bernardes

Espetáculo de Teatro baseado na obra de José Eduardo Agualusa

DOM 12 SET, 17H — 19H (DURAÇÃO: SESSÃO 7 MIN.)
TERREIRO DO LAGO
ANIMAÇÃO

ONIROTÓPTERO

Trupe Fandanga

Programação: Paulo Covas

Onirotóptero é um espetáculo de marionetas na linha do teatro de Lambe-Lambe, apresentado para apenas uma ou duas pessoas de cada vez durante aproximadamente 7 minutos. O cenário é uma caixa ambulante que pode estar em qualquer espaço. Os espectadores são convidados a sentar-se em pequenos bancos com auscultadores, intimamente ligados à performance e ao marionetista, nesta obra sem palavras e dedicada a todos os públicos. 

SÁB 12 SET, 17H (DURAÇÃO 120 MIN.)
AVENIDA DAS TÍLIAS
TOUR LITERÁRIA

UM CONSULTÓRIO DE LETRAS – RECEITUÁRIO À MODA DO PORTO ROMÂNTICO

Bairro dos Livros

Email para inscrição ou pedidos de informação: geral@bairrodoslivros.com (assunto: Consultório de Letras)

Programação: Paulo Covas

A Feira do Livro do Porto vai ter um consultório romântico que usa os livros e o humor para criar um reencontro com a Literatura do tempo de Júlio Dinis. O que têm em comum a escrita dos autores de hoje, em plena pandemia, e a Literatura que imortalizou a Tuberculose e a Pneumónica? O Bairro dos Livros explica num conjunto de três visitas guiadas e dramatizadas que exploram o período romântico ao longo das ruas do Porto, tendo por base a ideia de que ler é sempre o melhor remédio para todas as maleitas. Pelo meio, vai-se dizendo a mais diversa poesia - também do século XXI -, receitada de forma personalizada a todos os participantes da tour e administrada em cuidadosas doses.

 

Percurso: 1,5 km, a pé, com pausa para degustação, disponibilização de audioguias

Dirigido a adultos

DOM 12 SET, 19H (DURAÇÃO 60 MIN.)
TERREIRO DA CASA DO ROSEIRAL
CONCERTOS

CONCERTO DE ENCERRAMENTO: JP COIMBRA — VIBRA

JP Coimbra — piano acústico, teclados, eletrónica, Samuel Martins Coelho — violino,  Sara Nunes — violino, Cristóvão Andrade — viola d’arco, Carina Albuquerque — violoncelo

JP Coimbra é um músico e compositor que conta já com mais de 25 anos de carreira, tendo produzido também música para cinema, teatro e dança. Elemento dos Mesa e de várias bandas como os Três Tristes Tigres, Goldfinger e os Bandemónio de Pedro Abrunhosa, apresenta-nos agora «Vibra», o álbum de estreia do seu primeiro projecto a solo. Lançado em Novembro de 2020, é um álbum de música instrumental que parte de gravações em alguns espaços característicos do Porto, como os corredores da Casa da Música, a Fundação de Serralves, a estação subterrânea do Rio da Vila ou as escadas rolantes da estação de metro do Marquês. Estes espaços foram tratados como instrumentos musicais, contribuindo com a sua volumetria para a composição, onde entra um piano, um quarteto de cordas e um grupo coral.